Brasil deve ajudar o Chile com hospitais e reconstrução de pontes

Enviado por Juliana Andrade, da Agência Brasil

O Brasil deve ajudar o Chile, que teve parte do país devastado pelo terremoto no último sábado (27), com o envio de profissionais de saúde, estruturas para hospitais de campanha e pontes móveis. Em entrevista à Agência Brasil, o embaixador do Chile no Brasil, Álvaro Días Pérez, definiu o ocorrido como a “pior catástrofe” desde 1960, quando houve um terremoto de 9,1 graus na escala Richter.

“A catástrofe é bem maior do que se falava inicialmente”, disse, ao se referir às 711 mortes provocadas pelo terremoto, que também deixou muitos desaparecidos e feridos. “Há muito o que ser feito. Quero agradecer a solidariedade do povo brasileiro”, acrescentou o embaixador. Segundo ele, em um período de 24 a 48 horas, os aeroportos chilenos devem voltar a funcionar normalmente.

Várias agências estão divulgando fotos da catástrofe. O Big Picture, do boston.com, apresenta uma seleção impressionante. Dica do nosso parceiro Sedentario&Hiperativo:


Segue, abaixo, a entrevista com o embaixador Continue lendo…

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A incapacitação do Haiti

por Ashley Smith, no Counterpunch

Um terremoto devastador, o pior em 200 anos, atingiu Porto Príncipe na terça-feira, destruindo a cidade e matando um número não definido de pessoas. O terremoto mediu 7 pontos na escala Richter e detonou mais de 30 tremores secundários, todos de magnitude 4.5, durante a noite ou na manhã de quarta-feira.

O terremoto destruiu casas construídas pobremente, hotéis, hospitais e mesmo os prédios políticos mais importantes da cidade, inclusive o palácio presidencial. O colapso de tantas estruturas causou uma nuvem gigantesca no céu, que flutuou sobre a cidade, causando uma chuva de poeira sobre as áreas devastadas.

De acordo com algumas estimativas, mais de 100 mil pessoas podem ter morrido em uma metrópole de 2 milhões de pessoas. Aqueles que sobreviveram estão morando nas ruas, com medo de retornar aos edifícios que permaneceram em pé.

Em todo o mundo, haitianos lutam para contatar suas famílias e amigos no país devastado. A maioria não conseguiu chegar a seus amados, uma vez que as linhas telefônicas no país cairam.

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