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	<title>OCOMPRIMIDO.COM &#187; televisão</title>
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	<description>Sua dose diária de contra-informação</description>
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		<title>Dylan Ratigan expõe toda a verdade sobre o sistema econômico dos EUA</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 01:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pra quem assistiu os documentários da série Zeitgeist, principalmente o Addendum, as palavras furiosas do comentarista da MSNBC Dylan Ratigan não são bem novidade, o interessante mesmo é que em meio a crise econômica americana, que por tabela afeta o mundo inteiro, parece ter acordado os 99% da população que não estão conseguindo engolir mais as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/themes/retromania/retromania/images/CHAMADA-tarjapreta.jpg" alt="" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2642" title="weare99" src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2011/10/weare99.jpeg" alt="" width="400" height="266" /></p>
<p style="text-align: justify;">Pra quem assistiu os documentários da série Zeitgeist, principalmente o Addendum, as palavras furiosas do comentarista da MSNBC Dylan Ratigan não são bem <a href="http://www.sedentario.org/videos/dylan-ratigan-expoe-toda-a-verdade-sobre-o-sistema-economico-dos-eua-ao-vivo-48331#" rel="nofollow">novidade</a>, o interessante mesmo é que em meio a crise econômica americana, que por tabela afeta o mundo inteiro, parece ter acordado os 99% da população que não estão conseguindo engolir mais as ações devastadoras dos 1% compostos por banqueiros e políticos corruptos que dominam a economia mundial com um sistema monetário que nada mais é que um método moderno de escravização.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2011/10/dylan-ratigan-expoe-toda-a-verdade-sobre-o-sistema-economico-dos-eua/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Vomxdz1ggNI/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
<p>Via <a title="sedentario" href="http://www.sedentario.org/" target="_blank">Sedentario&amp;Hiperativo</a>.</p>
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		<title>Cinqüentenário sem festa</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dose diária]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
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		<description><![CDATA[O ano de 2012 será histórico para a comunicação. No dia 27/08 o Código Brasileiro de Telecomunicações que, apesar do nome, regula até hoje a radiodifusão no país completa 50 anos. Mas não há nada a comemorar. Por Laurindo Leal Filho. &#160; Em 1962, a “era do rádio” havia chegado ao fim e a televisão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/themes/retromania/retromania/images/CHAMADA-tarjapreta.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-2893" title="televisao" src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2011/12/televisao.jpg" alt="" width="300" height="217" /></p>
<blockquote><p>O ano de 2012 será histórico para a comunicação. No dia 27/08 o Código Brasileiro de Telecomunicações que, apesar do nome, regula até hoje a radiodifusão no país completa 50 anos. Mas não há nada a comemorar.</p>
<p>Por Laurindo Leal Filho.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1962, a “era do rádio” havia chegado ao fim e a televisão dava os primeiros passos para se tornar o meio de comunicação hegemônico no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Naquele momento, no entanto, ainda era frágil no Brasil, com imagens em preto e branco, transmissões atingindo distâncias limitadas e um uso ainda incipiente do vídeotape, recém chegado ao país.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas as perspectivas comerciais e políticas do novo veículo eram percebidas com clareza por empresários e políticos, geralmente as duas coisas ao mesmo tempo. Tanto é que não perderam tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os que possuíam concessões de rádio obtiveram as de TV sem concorrência, alegando tratar-se apenas de uma extensão tecnológica e não de um novo meio de comunicação. Semelhante ao que ocorreu agora com a distribuição de freqüências digitais para os grupos que já detinham as analógicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na época, como hoje, tudo isso ocorria sob uma fragilidade legal, conveniente para os empresários da comunicação. Sentiam-se poderosos, mantinham governos – o segundo de Vargas e o de Juscelino &#8211; sob constante pressão. Não havia motivo para cogitarem leis reguladoras de suas atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">O alerta soou mais forte diante da instabilidade dos sete meses de poder janista e, principalmente, das propostas reformistas de Jango. Os empresários sentiram que as pressões populares poderiam chegar à comunicação e trataram de se antecipar.</p>
<p style="text-align: justify;">Elaboraram um Código de acordo com seus interesses e detendo forte poder no Congresso, como agora, conseguiram aprová-lo. Fizeram uma lei destinada a privatizar o espaço público, perpetuando privilégios e tirando do Estado sua função reguladora.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente João Goulart sentiu o golpe e vetou 52 artigos da lei aprovada pelo Legislativo. A resposta do Congresso foi fulminante: derrubou todos os vetos presidenciais, revelando a força política do empresariado e a falta de sustentação parlamentar do governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em meio às discussões em torno da derrubada dos vetos presidenciais, os rádiodifusores reunidos em Brasília fundaram a Abert, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, até hoje zelosa defensora de seus interesses.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="leia" href="http://wp.me/pX3cP-KE">Clique aqui para continuar lendo »</a><br />
<span id="more-2892"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“A criação da Abert refletia a mobilização dos empresários do setor, que haviam se organizado em função dos debates acerca do Código Brasileiro de Telecomunicações e, posteriormente, em oposição aos vetos de João Goulart. Posicionavam-se, assim, contrariamente ao fortalecimento da presença do Estado na radiodifusão brasileira” <strong>(1)</strong>, ressaltam Pieranti e Martins em artigo acadêmico sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">Cinqüenta anos depois a força da Abert cresceu e o Código, apesar de mutilado, segue em vigor. O principal corte foi realizado durante o governo Fernando Henrique, em 1995, com a retirada da telefonia da lei, separando-a da radiodifusão, ato contrário à tendência global de juntá-las para dar conta do atual processo de convergência dos meios.</p>
<p style="text-align: justify;">A razão desse anacronismo brasileiro estava na urgência de um marco legal para permitir a privatização das telecomunicações sem mexer no vespeiro político-econômico da radiodifusão. Restou-nos uma lei quase caduca para o rádio e a TV, indevidamente chamada de Código Brasileiro de Telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas se o problema fosse só titulo, não seria grave. A questão é que se trata de uma lei formulada segundo interesses privados, elaborada em condições culturais e tecnológicas radicalmente diferentes das hoje existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1962, cerca de 70% dos brasileiros viviam no campo. Hoje, segundo o Censo do IBGE de 2010, apenas 18% seguem na zona rural. A pílula anticoncepcional e a mini-saia ainda estavam por vir e a tecnologia digital disseminada, um sonho. Mas a lei é a mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">O pouco dela aproveitável não se cumpre. Como o disposto no Artigo 124 que limita em 25% da programação o tempo destinado à publicidade. Desafiando à lei, emissoras vendem jóias, tapetes e outras mercadorias usando 100% dos seus horários de programação.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras fazem o mesmo de forma não tão escancarada. Mas se somarmos o tempo dos anúncios veiculados nos intervalos, com os dos “merchandisings”, poucas ficariam dentro dos limites legais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em meio século o setor concentrou-se de maneira brutal exigindo normas modernas para romper com a propriedade cruzada dos meios, talvez o maior obstáculo ao aprofundamento da democracia brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">Confortáveis com a fragilidade legal existente hoje, os rádiodifusores até há pouco tempo nem queriam pensar num novo marco regulatório para o setor. Com as teles começando a produzir conteúdos audiovisuais mudaram de opinião e até apóiam uma nova regulação. Mas bem limitada.</p>
<p style="text-align: justify;">Se em 1962 queriam a lei por temer reformas impulsionadas por um governo popular, hoje voltam a apoiá-la acuados pelo poder de fogo das empresas de telefonia. E nada mais.</p>
<p style="text-align: justify;">São insensíveis ao problema da propriedade cruzada dos meios, chegando a dizer em documento recente publicado pela Abert que discutir esse tema “significaria um retrocesso” <strong>(2)</strong> sem explicar bem por que.</p>
<p style="text-align: justify;">Não querem nem ouvir falar da existência de órgãos reguladores, imprescindíveis para dar cumprimento às leis e estabelecer a ponte necessária entre as emissoras e o público, comuns em vários países.</p>
<p style="text-align: justify;">A existência de uma lei moderna, com a atuação eficaz de um órgão regulador permitiria, por exemplo, a aplicação de sanções em casos de má utilização do serviço público de rádio e TV.</p>
<p style="text-align: justify;">Como ocorreu recentemente, na madrugada de uma segunda-feira, quando a Bandeirantes exibia um clássico de Fellini: “Satyricon”. Sem avisar, cortou a última parte do filme, substituindo-a por um programa de televendas e por um religioso.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casa, o telespectador não tem a quem reclamar. E a emissora, certa da impunidade, seguirá com a mesma prática, exaltando a terra sem lei em que vivemos. Há quase 50 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Notas:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>(1) Pieranti, O. P. e Martins, P.E.M. &#8211; &#8220;A radiodifusão como um negócio: um olhar sobre a gestação do Código Brasileiro de Telecomunicações&#8221; in Revista de Economia Política de las Tecnologias de La Información y Comunicación, São Cristovão, vol.IX, nº 1, jan-abr/2007.</em></p>
<p style="text-align: justify;">(2) Abert (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão) &#8211; Contribuições para o Seminário de Comunicação do PT in Seminário por um novo marco regulatório para as comunicações: o PT convida ao debate – Partido dos Trabalhadores – São Paulo, 25/11/2011.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Laurindo Lalo Leal Filho, sociólogo e jornalista, é professor de Jornalismo da ECA-USP. É autor, entre outros, de “A TV sob controle – A resposta da sociedade ao poder da televisão” (Summus Editorial).</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Twitter: @lalolealfilho.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Originalmente publicado no site Carta Maior -<a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=5344">http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=5344</a></strong></p>
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		<title>Primeiro beijo gay da televisão aberta brasileira</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 19:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dica do @deangelis Pode parecer pouco, mas não é. Daqui a menos de um mês (18/09) fazem 60 anos que a televisão chegou no Brasil. Em todo esse tempo nunca havia sido transmitido um beijo gay na televisão aberta. Ok, beijos gays já foram exibidos no extinto programa da MTV &#8220;Beija Sapo&#8221;, no último &#8220;Big Brother [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/themes/retromania/retromania/images/CHAMADA-dosediaria.jpg" alt="" /></p>
<p>Dica do <a href="http://twitter.com/deangelis" target="_blank">@deangelis</a></p>
<div id="attachment_1397" class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><img class="size-full wp-image-1397 " title="beijogay" src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2010/08/beijogay.png" alt="" width="470" height="292" /><p class="wp-caption-text">PSOL mostra primeiro beijo gay da televisão brasileira - e no horário nobre.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Pode parecer pouco, mas não é.</p>
<p style="text-align: justify;">Daqui a menos de um mês (18/09) fazem 60 anos que a televisão chegou no Brasil. Em todo esse tempo nunca havia sido transmitido um beijo gay na televisão aberta. Ok, beijos gays já foram exibidos no extinto programa da MTV &#8220;Beija Sapo&#8221;, no último &#8220;Big Brother Brasil&#8221; (<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u679046.shtml" target="_blank">aqui</a>) e até mesmo no SBT (<a href="http://vctvbrasil.blogspot.com/2010/06/sbt-exibe-beijo-gay-no-qual-e-o-seu.html" target="_blank">aqui</a>). A grande questão é que, à exceção do programa da MTV, foram casos em que a rede de televisão não tinha opção: se eles não levassem as imagens para o ar, a emenda seria muito pior do que o soneto.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso do programa do PSOL para o Estado de São Paulo pela candidatura do <a href="http://psolsp.org.br/paulobufalo/" target="_blank">Paulo Bufalo</a>, foi uma ação planejada e com o intuito claro de atingir o maior número de pessoas (a peça foi exibida às 13h00 e às 20h30). Exibida ontem em todos os canais de tv (18/08), a mensagem era clara: &#8220;você tem opção&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem tempo suficiente na televisão para produzir um Programa Eleitoral que debatesse a fundo os problemas e injustiças da sociedade brasileira, a saída encontrada pela campanha do PSOL foi inovar &#8211; sem perder de vista sua coerência. Depois de nocautear Serra e Dilma (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=z1gPcd4OF94" target="_blank">confira aqui</a>) para promover o debate sobre o financiamento público das eleições, a ideia de colocar no ar um beijo gay foi uma vitória para todo movimento LGBTTT. A questão da homossexualidade virou notícia não só em todos os grandes portais da internet, mas entre os telespectadores. Mais do que conquistar votos, a questão nesse caso foi promover o debate desses temas junto à população.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de a peça ir ao ar, Pedro Ekman, autor do filme e diretor frelancer, escreveu no <a href="http://twitter.com/pedroekman" target="_blank">Twitter</a>: &#8220;Em dez minutos, a TV (&#8230;) de São Paulo vai ver o que a Globo não tem coragem de mostrar nas suas novelas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Confiram a peça e tirem suas conclusões:</p>
<p><object width="480" height="385" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BNWkX1FT8ig?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="385" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/BNWkX1FT8ig?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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