Manifestantes pedem saída de Arruda e Yeda Crusius

Por Isabela Vieira, da Agência Brasil

Porto Alegre – Um grupo de manifestantes chamou atenção ao entrar hoje (29), na Assembleia dos Movimentos Populares, no Fórum Social Mundial, defendo a saída do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, e da Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius.

Com faixas e cartazes com os dizeres “Arruda na Papuda”, em referência à penitenciária do DF, “Chega de corrupção” e “Poder para o povo” o grupo foi aplaudido ao entrar no auditório do Gasômetro, na região central da capital Gaúcha.

O protesto é organizado por estudantes da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que se organizaram pela internet.

“A manifestação foi construída por jovens, contra corrupção e o neoliberalismo, porque essa é uma característica que marca os governos do Rio Grande e do Distrito Federal”, explicou Pedro Sérgio da Silveira, da UFSM.

A manifestação pretende atrair os participantes do fórum para uma marcha do lado de fora do auditório. A ideia é seguir até a Assembleia Legislativa do Estado, ao lado da sede do governo gaúcho, onde os organizadores do fórum estão reunidos, discutindo os rumos de evento.

A incapacitação do Haiti

por Ashley Smith, no Counterpunch

Um terremoto devastador, o pior em 200 anos, atingiu Porto Príncipe na terça-feira, destruindo a cidade e matando um número não definido de pessoas. O terremoto mediu 7 pontos na escala Richter e detonou mais de 30 tremores secundários, todos de magnitude 4.5, durante a noite ou na manhã de quarta-feira.

O terremoto destruiu casas construídas pobremente, hotéis, hospitais e mesmo os prédios políticos mais importantes da cidade, inclusive o palácio presidencial. O colapso de tantas estruturas causou uma nuvem gigantesca no céu, que flutuou sobre a cidade, causando uma chuva de poeira sobre as áreas devastadas.

De acordo com algumas estimativas, mais de 100 mil pessoas podem ter morrido em uma metrópole de 2 milhões de pessoas. Aqueles que sobreviveram estão morando nas ruas, com medo de retornar aos edifícios que permaneceram em pé.

Em todo o mundo, haitianos lutam para contatar suas famílias e amigos no país devastado. A maioria não conseguiu chegar a seus amados, uma vez que as linhas telefônicas no país cairam.