<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>OCOMPRIMIDO.COM &#187; jornalismo</title>
	<atom:link href="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/tag/jornalismo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ocomprimido.tdvproducoes.com</link>
	<description>Sua dose diária de contra-informação</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Jan 2012 12:49:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Estudantes querem saber: quando é que vou ganhar dinheiro na rede?</title>
		<link>http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2011/09/estudantes-querem-saber-quando-e-que-vou-ganhar-dinheiro-na-rede/</link>
		<comments>http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2011/09/estudantes-querem-saber-quando-e-que-vou-ganhar-dinheiro-na-rede/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 20:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[TARJA PRETA]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[comunicacao]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[democratização]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[novos media]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ocomprimido.tdvproducoes.com/?p=2492</guid>
		<description><![CDATA[por Luiz Carlos Azenha, do VioMundo É uma pergunta frequente, nas palestras que faço por aí. Jovens jornalistas, jovens que pretendem ser empresários ou que já são microempresários, de mídia ou não, querem que eu diga quando eles vão ganhar dinheiro na internet. Diz-se que a rede é o grande equalizador, que basta você ter uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/themes/retromania/retromania/images/CHAMADA-tarjapreta.jpg" alt="" /><br />
por <strong>Luiz Carlos Azenha, </strong>do <a title="viomundo" href="http://www.viomundo.com.br/politica/mas-azenha-quando-e-que-vou-ganhar-dinheiro-na-rede.html" target="_blank">VioMundo</a></p>
<p style="text-align: justify;">É uma pergunta frequente, nas palestras que faço por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">Jovens jornalistas, jovens que pretendem ser empresários ou que já são microempresários, de mídia ou não, querem que eu diga quando eles vão ganhar dinheiro na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Diz-se que a rede é o grande equalizador, que basta você ter uma boa conexão de banda larga — mesmo que seja numa lanhouse — para competir em igualdade de condições.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, no Brasil, isso é uma ilusão para a imensa maioria, diria eu.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro é preciso qualificar: a existência de lanhouses não garante que a grande maioria dos brasileiros tenha acesso a internet suficientemente rápida e de forma ininterrupta que tocar um negócio através da web.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem, sim, algumas exceções, mas não são a regra. Frequentar lanhouse envolve um custo significativo e o mesmo vale para quem quer trabalhar em casa: é preciso pagar o equipamento e a conexão.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, eu sei, as novas tecnologias de informação rebaixaram enormemente os custos para montar um negócio, jornalístico ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, a não ser que você tenha uma ideia genial <strong>que não envolva</strong> produção/estoque/venda/entrega e cobrança, é forçar a barra dizer que a mera existência das novas mídias cria um campo de negócios em que todos possam competir.</p>
<p style="text-align: justify;">Acesso a capital, portanto, continua sendo tão essencial quanto antes. A não ser que você ganhe na loteria, receba herança ou seja de família rica, precisa de dinheiro para tocar o negócio. Para muitos significa dupla de jornada de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito embora o acesso a empréstimos no Brasil tenha melhorado muito nos últimos anos, ainda estamos longe do ideal. Os candidatos a pequenos empresários precisam oferecer bens como garantia para obter empréstimos. O capitalismo dos ‘pequenos’ envolve, portanto, riscos relativamente muito maiores. O capitalista corre o risco de perder seu capital. Você corre o risco de perder a casa!</p>
<p style="text-align: justify;">Se uma grande empresa tem capital para manter uma equipe de advogados e para se desvencilhar dos trâmites burocráticos — para não falar do poder de pressão — o que dizer dos jovens empresários?</p>
<p style="text-align: justify;">Dito isso, falemos especificamente do mercado para jornalistas na rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Há dinheiro neste negócio que justifique tentar a sorte por conta própria?</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="leiamais" href="http://wp.me/pX3cP-Ec">Clique aqui para continuar lendo »</a></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2492"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto, não.</p>
<p style="text-align: justify;">A não ser pelos anúncios do Google, hoje adotados por um grande número de blogs e sites — este, inclusive –, anúncios aleatórios escolhidos pelo Google para casar com o conteúdo publicado, não há nenhuma outra forma de renda constante para um blogueiro em início de carreira, até porque os anúncios do Google dependem de um tráfego de visitantes que ele ainda não tem.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, também aqui, não há um campo equilibrado.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.viomundo.com.br/politica/mauricio-machado-a-outra-jabuticaba-que-o-brasil-inventou.html"><strong>Como escreveu o publicitário Maurício Machado</strong></a>, há distorções no assim chamado ‘livre mercado’ que são responsáveis pela gigantesca concentração das verbas em alguns grandes grupos de mídia, verbas muitas vezes públicas, já que as três esferas de governo controlam as maiores verbas publicitárias do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">E os grupos que hoje recebem estas verbas, muitas vezes, exercem um verdadeiro terrorismo para garantir que tudo continue como está. Qualquer ameaça, comercial ou ideológica, ao modelo concentrador, é tratada, no extremo, com assassinatos de reputação.</p>
<p style="text-align: justify;">Há mais um aspecto a considerar, neste caso específico para jovens jornalistas ou estudantes que querem garantir a própria sobrevivência na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Se fazem isso ainda empregados, correm o risco de não ter acesso às ferramentas que poderiam utilizar para promover seus próprios negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Praticamente todos os grupos de mídia exercem controle sobre o uso que seus funcionários fazem das mídias sociais, como blogs, facebook, twitter.</p>
<p style="text-align: justify;">Como escreveu Leandro Fortes, <a href="http://www.viomundo.com.br/politica/leandro-fortes-jornalistas-interditados.html"><strong>neste texto</strong></a>, existe um caráter de controle ideológico nisso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há uma questão comercial, também: quem é que vai arriscar o emprego por causa de um post no blog que pretende transformar em seu futuro negócio? Qual o grau de liberdade que pode ser exercido por um jornalista sob estas condições?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, sem o emprego que garante a atividade paralela, qual a perspectiva de sobreviver na rede?</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, se você tiver ou conseguir dinheiro privado, por exemplo, para investir em seu próprio negócio jornalístico na rede, sem que o empréstimo limite sua capacidade de produzir conteúdo — o que é, digamos, raro –, se eu fosse você investiria em um blog local ou regional, para aproveitar os buracos deixados pelas grandes mídias na cobertura local, especialmente considerando que os grupos regionais quase sempre estão conectados a um projeto político reprodutor do ‘pensamento único’.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa concentração regional é fortemente incentivada pela ausência de leis que limitem a propriedade cruzada, ou seja, que impeçam o mesmo dono/grupo de controlar emissoras de TV, jornais e emissoras de rádio locais.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos, portanto, no Brasil, mecanismos fortemente enraizados para promover e manter a concentração do poder político, do dinheiro e da mídia nas mãos de alguns, tanto na esfera federal quanto na local.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso não deve servir de desalento a nenhum de vocês, jovens estudantes, jornalistas ou empresários.</p>
<p style="text-align: justify;">É apenas a constatação de que, para sobreviver exclusivamente de negócios na rede, especialmente os ligados à atividade jornalística, não basta querer, ter boas ideias e trabalhar duro.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso ao mesmo tempo lutar por acesso a financiamento a custo baixo, pela pulverização das verbas publicitárias e de fomento e por limites à propriedade cruzada.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou isso ou vamos continuar na toada daquele antigo slogan, usado durante o governo Sarney:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Brasil, Tudo pelo Social.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quem não couber use o de serviço.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2011/09/estudantes-querem-saber-quando-e-que-vou-ganhar-dinheiro-na-rede/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Repórter do A Tarde demitido após contrariar construtoras</title>
		<link>http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2011/02/reporter-do-jornal-a-tarde-demitido-apos-contrariar-construtoras/</link>
		<comments>http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2011/02/reporter-do-jornal-a-tarde-demitido-apos-contrariar-construtoras/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 11:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dose diária]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
		<category><![CDATA[demissão]]></category>
		<category><![CDATA[empresários]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[lobby]]></category>
		<category><![CDATA[manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[mentira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ocomprimido.tdvproducoes.com/?p=1956</guid>
		<description><![CDATA[A pouca união da classe jornalística é visível. As razões para isso são muitas, a começar pela forte carga política presente na atividade jornalística, que faz com que, enquanto alguns lutam por uma sociedade diferente e por uma mídia diferente, deixando de priorizar a luta de classe, muitos outros simplesmente se acomodam às determinações das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone" title="dose-diaria" src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/themes/retromania/retromania/images/CHAMADA-dosediaria.jpg" alt="" width="487" height="139" /></p>
<p style="text-align: justify;">A pouca união da classe jornalística é visível. As razões para isso  são muitas, a começar pela forte carga política presente na atividade  jornalística, que faz com que, enquanto alguns lutam por uma sociedade  diferente e por uma mídia diferente, deixando de priorizar a luta de  classe, muitos outros simplesmente se acomodam às determinações das  grandes empresas que dominam a comunicação brasileira, simplesmente por  uma busca por um emprego razoável para si mesmo. Nos Estados onde a  mídia é mais concentrada a dificuldade de se organizar como classe é  ainda mais forte.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, algumas ações localizadas contrariam essa lógica. Nessa  semana, a demissão de um jornalista baiano desencadeou uma dessas  exceções. Depois de escrever algumas reportagens sobre processos  sofridos pelo setor de construções civis de Salvador, o repórter Aguirre  Peixoto, do jornal A Tarde, foi processado por uma das empresas  denunciadas. Na manhã dessa terça-feira, foi demitido, o que causou  revolta entre seus companheiros de redação.</p>
<p style="text-align: justify;">Cem funcionários do A Tarde assinaram uma <a href="http://www.jusbrasil.com.br/politica/6550304/revolta-na-redacao-de-a-tarde-com-demissao-jornalista-aguirre-peixoto" target="_blank">carta </a>aberta  de protesto, e pararam por duas horas na tarde de terça. A carta de  protesto defende a exatidão e a isonomia das reportagens escritas por  Aguirre, explicando que o Ministério Público Federal reconheceu esses  aspectos. As matérias baseavam-se em denúncias do MPF contra empresas  imobiliárias que operam na Bahia, a partir de investigações da Polícia  Federal. A <a href="http://www.atarde.com.br/politica/noticia.jsf?id=5658235" target="_blank">reportagem </a>final não traz qualquer carga de opinião ou especulação. É puro relato das investigações e denúncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo  o Sindicato dos Jornalistas da Bahia, a redação do A Tarde vinha  sofrendo pressões internas. Além disso, conforme a carta dos  funcionários do jornal, os anunciantes ligados ao setor imobiliário  vinham escasseando. Finalmente, o jornal parece ter cedido. Após – ainda  segundo a carta – ter pautado o repórter e publicado suas matérias,  parece ter se arrependido, e a demissão de Aguirre soa como uma <em>mea culpa</em> frente aos anunciantes. Em <a href="http://www.politicalivre.com.br/index.php/2011/02/diretor-a-tarde-nao-recebe-pressoes-do-mercado-imobiliario/" target="_blank">entrevista</a>,  um diretor do jornal justificou a demissão como “muito mais um problema  de ordem diretiva da empresa”. Ou seja, não justificou.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é novidade que, nos grandes jornais brasileiros, os interesses  editorias são totalmente subordinados aos interesses comerciais. Isso  foi afirmado e demonstrado em inúmeros posts anteriores aqui no  Jornalismo B. Mas esse caso específico chegou a um extremo que beira o <em>non sense</em>.  Em primeiro lugar, porque o repórter teve a coragem de escrever contra  interesses poderosos, inclusive interesses de anunciantes. Mas o mais  estranho da história toda é que o jornal publicou as matérias e depois  demitiu seu autor. As pressões internas que o Sindicato afirma serem  constantes na redação se manifestaram de forma retardada, o que pode  indicar que tais pressões chegaram a níveis extremamente altos após a  publicação das reportagens.</p>
<p style="text-align: justify;">É por isso que pouco vemos nos veículos ligados às grandes  coorporações de mídia reportagens incisivas sobre a defesa do meio  ambiente, sobre a necessidade de reformas urbana e agrária, sobre  prédios abandonados ou mal construídos, sobre movimentos de sem-teto,  sobre ocupações ilegais de espaços públicos por empreiteiras. Os  interesses comerciais impedem que esses veículos trabalhem em direção  aos interesses sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Se confirmadas as denúncias do MPF contra as empresas citadas nas  matérias, a atitude dessas empresas é inaceitável já em primeira  instância. É inaceitável também que, a seguir, pressionem o jornal e o  jornalista para que denúncias já formalizadas pelo Ministério Público  sejam omitidas da sociedade. É um total desrespeito à imprensa, um  atentado à liberdade de expressão. Finalmente, é inaceitável que o  jornal ceda a essas pressões, se foi isso mesmo o que aconteceu. Fica  claro novamente que a censura e os ataques à liberdade de expressão são  práticas recorrentes justamente para quem se define como defensor desta  liberdade: os próprios veículos de mídia são os grandes censores  contemporâneos. A pressão contra ações desse tipo precisa ser  intensificada e, a cada caso noticiado, a mobilização de denúncia deve  ser maior. Porque é relativamente fácil calar uma voz, mas as vozes da  democracia na comunicação são cada vez em maior número, e cada vez têm  maior força.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre o assunto, leia também a matéria do <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2011/02/09/imprensa40665.shtml" target="_blank">Portal Imprensa</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Texto por Alexandre Haubrich, do blog <a href="http://jornalismob.wordpress.com/" target="_blank">Jornalismo B</a>.</em><a href="http://www.twitter.com/alexhaubrich"></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2011/02/reporter-do-jornal-a-tarde-demitido-apos-contrariar-construtoras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A escola Kamel de jornalismo</title>
		<link>http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2009/12/a-escola-kamel-de-jornalismo/</link>
		<comments>http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2009/12/a-escola-kamel-de-jornalismo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 19:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[falsa]]></category>
		<category><![CDATA[grande mídia]]></category>
		<category><![CDATA[hugo chavez]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[mentira]]></category>
		<category><![CDATA[noticia]]></category>
		<category><![CDATA[pdvsa]]></category>
		<category><![CDATA[rafael correa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ocomprimido.tdvproducoes.com/?p=900</guid>
		<description><![CDATA[Por Luiz Carlos Azenha, do VioMundo A rede Teleamazonas, do Equador, voltou ao ar depois de cumprir suspensão de 72 horas por divulgar notícia falsa. O canal, que faz oposição cerrada ao governo de Rafael Correa, noticiou que a pesca seria suspensa por seis meses na ilha de Puná, onde a empresa venezuelana PDVSA perfura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Luiz Carlos Azenha, do <a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/a-escola-kamel-de-jornalismo-2/" target="_blank">VioMundo</a><!--noadsense--> </p>
<p style="text-align: justify;">A rede <a href="http://www.teleamazonas.com/index.asp"><strong>Teleamazonas</strong></a>, do Equador, voltou ao ar depois de cumprir suspensão de 72 horas por divulgar notícia falsa. O canal, que faz oposição cerrada ao governo de Rafael Correa, noticiou que a pesca seria suspensa por seis meses na ilha de Puná, onde a empresa venezuelana PDVSA perfura um poço em busca de gás. O governo classificou a notícia de &#8220;mentirosa&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois que a notícia foi divulgada, moradores da ilha ocuparam as instalações da PDVSA, que eram guardadas por militares equatorianos: &#8220;Imaginem se os fuzileiros navais tivessem respondido e disparado, quantos mortos teria havido?&#8221;, perguntou o presidente Rafael Correa. A suspensão foi determinada pela Superintendência de Telecomunicações <a href="http://www.elciudadano.gov.ec/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=8782:presidente-las-faltas-cometidas-por-teleamazonas-son-innegables-y-claras&amp;catid=2:politica"><strong>obedecendo a leis vigentes no país</strong></a>, que garantem à cidadania acesso a informação veraz, &#8220;não baseada em suposições&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-900"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A escola Kamel (<a href="http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/12/26/canal-equatoriano-teleamazonas-volta-ao-ar-apos-suspensao-915366800.asp"><strong>O Globo</strong></a>, <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1426811-5602,00.html"><strong>G1</strong></a>) de jornalismo, com ajuda da Reuters, não informa o motivo da suspensão da Teleamazonas. Olha só como eles te subestimam, caro leitor:</p>
<p><a rel="lightbox[roadtrip]" href="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2009/12/globo-caso.jpg"><img class="alignleft" src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2009/12/globo-caso.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p><a rel="lightbox[roadtrip]" href="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2009/12/teleamazonas.jpg"><img src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2009/12/teleamazonas.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>(Clique nas imagens para ampliá-las)</p>
<p><em>Nota do comprimido: É simplesmente vergonhosa a liberdade que a mídia tem, no Brasil, para ludibriar a população. Em casos como esse fica claro o quanto a legislação brasileira, relativa à imprensa, tem que avançar para que a mídia exerça realmente um papel democrático em nossa sociedade.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2009/12/a-escola-kamel-de-jornalismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

