
Em quem você votará para presidente: Dilma, Serra ou Bento XVI?
A Parada do Orgulho Laico é um dia de manifestações dos cidadãos que prezam pela separação entre o Estado e a Religião.
Diante das recentes campanhas dos candidatos à presidência da república nas Eleições 2010, com discursos que apenas contemplam os princípios religiosos na sociedade, um movimento espontâneo de reafirmação do Estado Laico surgiu no Twitter.
A Parada do Orgulho Laico acontecerá no mesmo dia de votação do 2º turno para presidente do Brasil (dia 31 de Outubro). Para participar basta votar com uma camiseta preta ou branca estampada com a palavra #OrgulhoLaico.
Divulgue a Parada do #OrgulhoLaico nas suas redes!
Folheto Eletrônico: http://twitpic.com/2xkxr7
Manifesto Colaborativo: http://piratepad.net/vGcCfsdHZY

Na dose homeopática dessa semana, tenho o prazer de apresentar a TV Plínio, onde meu candidato à presidência da República aborda as principais propostas do PSOL para o país. O tema deste programa é a Distribuição da Riqueza. Plínio Arruda Sampaio, Hamilton Assis e Guilherme Delgado discutem a necessidade de uma política econômica que desconcentre a riqueza e a renda no país.
Até lá!
por Luiz Carlos Azenha
Nem para criar um novo jeito de fazer campanha o PSDB/DEM, em consórcio com Globo/Folha/Estadão/Veja, servem. O modelito é idêntico ao de 2006: uma denúncia requentada, de um promotor “amigo”, sai na capa da revista Veja. A Globo repercute no Jornal Nacional de sábado. Os jornalões correm atrás de “novidades” e produzem reportagens repletas de “supostos” e factóides, como o triplex do presidente Lula anunciado hoje com destaque no Jornal Nacional.
De novo, este ano, apenas o local da CPI: não será no Congresso Nacional, mas na Assembléia Legislativa de São Paulo. O objetivo é produzir “fatos” para alimentar a mídia e manter o assunto aceso durante a campanha eleitoral. Trabalho que será complementado pela CPI que investigará o MST em Brasília.
O objetivo é evitar que a candidata Dilma Rousseff cresça nas pesquisas eleitorais, especialmente em São Paulo e no Sudeste, revivendo o fantasma do PT como partido assassino, terrorista e bandido. Garantir a Serra, se de fato ele concorrer, os 70% dos votos paulistas sem os quais ele não tem qualquer chance de vitória.
Funciona? Pode até ser, como quase funcionou em 2006. Não deixa de ser revelador da falta de ideia e de projetos da oposição. E dos recursos à disposição do governador José Serra: uma campanha baseada na propaganda e nos assassinatos de reputação, tocados por mistificadores da estirpe de Reinaldo Azevedo, Otavinho Frias, Ali Kamel, Demétrio Magnoli e grande elenco.
Dá preguiça até de assistir.