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	<title>OCOMPRIMIDO.COM &#187; documentário</title>
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	<description>Sua dose diária de contra-informação</description>
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		<title>Sagrada Terra Especulada: A luta contra o Setor Noroeste</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 15:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[homeopatia]]></category>
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		<description><![CDATA[O documentário &#8220;Sagrada Terra Especulada&#8221; narra um período de lutas contra o Setor Noroeste, bairro de alto luxo que a especulação imobiliária do Distrito Federal tenta construir a qualquer custo. Tendo como enfoque a resistência realizada na Reserva Indígena Santuário dos Pajés, o documentário traça a ação da mídia, políticos, empresários, especuladores e burocratas: todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/themes/retromania/retromania/images/CHAMADA-homeopatia.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">O documentário &#8220;Sagrada Terra Especulada&#8221; narra um período de lutas contra o Setor Noroeste, bairro de alto luxo que a especulação imobiliária do Distrito Federal tenta construir a qualquer custo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo como enfoque a resistência realizada na Reserva Indígena Santuário dos Pajés, o documentário traça a ação da mídia, políticos, empresários, especuladores e burocratas: todos a serviço do lucro e da segregação. Do outro lado, apresenta a ação de movimentos populares em uma incansável e também vitoriosa luta.<br />
O filme foi vencedor do 44º Festival de Cinema de Brasília na categoria Melhor Filme troféu Câmara Legislativa &#8211; 2º Lugar.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/28597529?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="400" height="225"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/28597529">Sagrada Terra Especulada(A luta contra o Setor Noroeste) Documentário &#8211; 70min</a> from <a href="http://vimeo.com/murua">Muruá</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">O documentário pode ser distribuído gratuitamente. Links com vários formatos para download serão acrescentados no blog:<br />
<a href="http://sagradaterraespeculada.blogspot.com/" rel="nofollow" target="_blank">sagradaterraespeculada.blogspot.com/</a></p>
<p style="text-align: justify;">Produzido pelo Centro de Mídia Independente-DF e Coletivo Muruá</p>
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		<title>Canudos é aqui! (entre Salvador e Simões Filho, na Baía de Aratu).</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 21:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[TARJA PRETA]]></category>
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		<category><![CDATA[rio do macaco]]></category>

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		<description><![CDATA[Bahia. Quilombo Rio do Macaco. Neste local, vive um grupo de mais de 50 famílias negras, descendentes de escravos que vivem ali há muito tempo. É um quilombo reconhecida pela Fundação Cultural Palmares como remanescente, ou seja, está legalizado e dentro da lei. Não é o que pensa, entretanto, alguns representantes da mesma. Parte da área [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/themes/retromania/retromania/images/CHAMADA-tarjapreta.jpg" alt="" /></p>
<div id="attachment_2927" class="wp-caption aligncenter" style="width: 419px"><img class=" wp-image-2927" title="quilombo" src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2012/01/quilombo.jpg" alt="" width="409" height="223" /><p class="wp-caption-text">&quot;Nós não somos invasores não moço, quando eles chegaram acharam a gente...&quot;</p></div>
<p style="text-align: justify;">Bahia. Quilombo Rio do Macaco. Neste local, vive um grupo de mais de 50 famílias negras, descendentes de escravos que vivem ali há muito tempo. É um quilombo reconhecida pela Fundação Cultural Palmares como remanescente, ou seja, está legalizado e dentro da lei.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é o que pensa, entretanto, alguns representantes da mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Parte da área onde a comunidade está instalada, segundo os moradores, há cerca de 200 anos, é disputada judicialmente pela Marinha, que pretende usar o local para ampliar as instalações da base naval.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outubro de 2010, a 10ª Vara Federal da Bahia determinou, por meio de liminar, a desocupação de 43 imóveis do quilombo. A área na qual eles estão localizados foi cercada e a entrada e saída dos moradores passou a ser monitorada. O acesso à comunidade é controlado pelo portão de entrada da Vila Militar, um condomínio de residências de sub-oficiais da Marinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ano depois, porém, a área foi oficialmente declarada comunidade quilombola, com publicação no Diário Oficial da União em 4 de outubro (2011), e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), do governo federal, solicitou que a Procuradoria Geral da União (PGU) interviesse no caso.</p>
<p style="text-align: justify;">No início de novembro (2011), o Tribunal de Justiça da Bahia suspendeu a execução da liminar, que estava em fase de cumprimento coercitivo, e deu prazo de mais quatro meses, a partir de 4 de novembro, para negociações.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse eterno vai e vem judiciário, oficiais da Marinha têm promovido atos de violência contra os moradores da comunidade, tentando pressionar os habitantes a deixar o local. Segundo a líder da comunidade, Rose Meire dos Santos Silva, de 33 anos, &#8220;Os militares ameaçam até crianças com as armas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Para Josias Pires, autor do documentário &#8220;Quilombo Rio do Macaco&#8221;, &#8220;A questão central neste momento é o INCRA fazer o relatório técnico para as providências de delimitação e demarcação da terra quilombola&#8221;. O grande problema, segundo o mesmo, é que a Marinha teria proibido o INCRA de entrar na área. A mesma denúncia é feita por várias outras entidades da região (<a title="denuncia" href="http://blogbahianarede.wordpress.com/2012/01/02/marinha-impede-incra-de-entrar-na-area-quilombola/" target="_blank">clique aqui</a>).</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, enquanto a Justiça não resolve a questão, os militares estão abrindo caminho à força.</p>
<p style="text-align: justify;">Para saber mais sobre o assunto e ajudar nessa questão, assista também ao documentário (10min) e divulgue-o nas suas redes sociais. Quanto mais gente informada, mais rapidamente esta injustiça será solucionada. Até lá!</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/bwUXjUzqU6w?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Fontes:<br />
<a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/quilombolas-apelam-a-dilma-em-protesto-contra-marinha">http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/quilombolas-apelam-a-dilma-em-protesto-contra-marinha</a><br />
<a href="http://blogbahianarede.wordpress.com/2011/12/30/moradores-do-quilombo-rio-do-macaco-denunciam-violacao-de-direitos/">http://blogbahianarede.wordpress.com/2011/12/30/moradores-do-quilombo-rio-do-macaco-denunciam-violacao-de-direitos/</a><br />
<a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100000016789619">https://www.facebook.com/profile.php?id=100000016789619</a></p>
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		<title>Abra as asas sobre nós</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 19:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[PortugaDiário]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
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		<description><![CDATA[Feliz Ano Novo pessoal! É, dei uma sumida aqui no blog. Fui para Madrid passar o Natal, viajei para Barcelona reencontrar velhos amigos e passar a virada do ano, mas já estou de volta. Como foram as suas festas de final de ano? Agora é o tempo chave. O intercâmbio está terminando, ainda não contei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2011/02/portugadiariotag.png" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Feliz Ano Novo pessoal!</p>
<p style="text-align: justify;">É, dei uma sumida aqui no blog. Fui para Madrid passar o Natal, viajei para Barcelona reencontrar velhos amigos e passar a virada do ano, mas já estou de volta. Como foram as suas festas de final de ano?</p>
<p style="text-align: justify;">Agora é o tempo chave. O intercâmbio está terminando, ainda não contei da minha viagem pra rússia, tenho centenas de trabalhos e responsabilidades para terminar esta semana e ainda tenho que comprar presente pra todo mundo e fazer 1 ano de europa caber em duas malas de 20 quilos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ok, antes de tudo isso, só gostaria de avisar que o meu relato sobre a viagem a Moscou não foi esquecido. Acontece que ele foi aprovado pelo Conselho Editorial da nossa parceira <a title="virusplanetario" href="http://virusplanetario.net/" target="_blank">Revista Vírus Planetário</a>, o que significa que estará disponível, impresso, na próxima edição da revista. Darei mais informações em breve!</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao post. Como primeiro texto do ano, gostaria de aproveitar a onda e ter uma conversa séria sobre algo que atinge a todos nós. Uma questão que se atira sobre nós quando estamos deitados, sem sono na cama, ou ainda numa mesa de bar com amigos. Um conceito que muitos já tentarem definir, e que, no final das contas, é bem simples:</p>
<p style="text-align: justify;">Liberdade.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/GYHMC_itckg?rel=0" frameborder="0" width="490" height="280"></iframe></p>
<p><a title="leiamais" href="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2012/01/abra-as-asas-sobre-nos/" target="_blank">Clique aqui para continuar lendo »</a><span id="more-2906"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Liberdade. Livre é o estado daquele que tem liberdade. Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.*</p>
<p style="text-align: justify;">No documentário acima,  Eduardo Galeano, Jean Ziegler e outras personalidades mundiais falam sobre a transformação da ordem capitalista mundial em um esquema criminoso para milhões de pessoas em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">E o que isso tem haver com liberdade?</p>
<p style="text-align: justify;">Pode parecer uma conversa de doido, mas vamos seguir com o raciocínio.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser livre é poder fazer o que quiser quando quiser?</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos pegar um exemplo fácil: Eu sempre tive vontade de voar. Não voar de avião, mas de poder voar quando quisesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem asas, entretanto, não sou capaz de fazê-lo.<br />
Não sou &#8220;livre&#8221; para  fazê-lo? Ou simplesmente sou livre para fazê-lo, mas não posso? Hã?</p>
<p style="text-align: justify;">Não, não, de qualquer maneira, não é desse tipo de liberdade que estamos falando.</p>
<p style="text-align: justify;">Liberdade de sonhar?<br />
Essa é muito fácil, como uma criança e seu mundo de imaginação, qualquer pessoa pode sonhar com o que quiser.</p>
<p style="text-align: justify;">Ok, ainda não é onde eu queria chegar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Sabe quando deitamos na cama, à noite, e ficamos com os olhos cerrados, sem conseguir dormir?</p>
<p style="text-align: justify;">Não porque não temos sono, mas porque não conseguimos parar de pensar sobre a nossa vida. E quando digo NOSSA, a vida de todos nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Livres. A liberdade alimentada pelo sonho humano é aquela onde todos, além de livres, possuem direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ok, eu sou livre para fazer o que quiser, desde que isso não impeça ninguém de exercer a mesma liberdade de  fazer o que lhe der na telha.</p>
<p style="text-align: justify;">A liberdade sem direitos<br />
é a liberdade do mais forte<br />
de se apropriar sobre o direito do mais fraco*.</p>
<p style="text-align: justify;">É a lei da selva, vestida de liberdade.<br />
Um indumentário, digamos assim, vulgar para a dona selva.</p>
<p style="text-align: justify;">É o que acontece hoje.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos voltar alguns parágrafos. Eu havia dito, ali em cima, que &#8220;qualquer pessoa pode sonhar&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Não, não pode.</p>
<p style="text-align: justify;">Você já assistiu ao documentário lá em  cima?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, mais do que nunca, sentimos a sensação de que o estado de coisas é definitivo. E não é. Nada é natural. Não é natural que &#8220;todos os dias neste planeta, segundo a FAO, 100 mil pessoas morram de fome ou por causa de suas consequências imediatas” (<strong>Jean Ziegler</strong>).</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto todos não possuírem os mesmos direitos, não há, na nossa sociedade, como falar de liberdade. E isso vale negativamente para ambos os lados. Tanto a criança que nasce numa família pobre, e está condenada a passar o resto da sua vida passando fome, quanto a criança que nasce numa família milionária e sente-se sufocada pela pressão de seguir um caminho já traçado, estão presas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, todos nós, ricos, pobres, classes A, B, C, D ou E, estamos presos.<br />
Presos num sistema que vende a ideia de que a liberdade está no consumo, mas que não oferece a liberdade de escolhermos o que consumir.<br />
Presos num sistema criado para manter o estado das coisas como estão. Desiguais.</p>
<p style="text-align: justify;">“Hoje as torturas são chamadas de “procedimento legal”, a traição se chama “realismo”, o oportunismo se chama “pragmatismo”, o imperialismo se chama “globalização” e as vítimas do imperialismo, “países em vias de desenvolvimento. O dicionário também foi assassinado pela organização criminosa do mundo. As palavras já não dizem o que dizem, ou não sabemos o que dizem” (<strong>Eduardo Galeano</strong>).</p>
<p style="text-align: justify;">“Se hoje eu digo que faz falta uma rebelião, uma revolução, um desmoronamento, uma mudança total desta ordem mortífera e absurda do mundo, simplesmente estou sendo fiel á tradição mais íntima, mais sagrada da nossa civilização ocidental. O nosso dever primordial hoje deve ser reconquistar a mentalidade simbólica e dizer que a ordem mundial, tal como está, é criminosa. Ela é frontalmente contrária aos direitos do homem e aos textos fundacionais das nossas civilizações ocidentais” (<strong>Jean Ziegler</strong>).</p>
<p style="text-align: justify;">Não esperava nenhuma conclusão brilhante com este texto. São pensamentos. E você, assim como eu, deve continuar pensando. Pensando que algo não está certo.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveitemos este novo ano que acaba de começar para repensar o estado das coisas e espalhar esta mensagem. Não uma ideia pronta ou um conceito fechado. Espalhar ainda mais a indignação: a liberdade de se opor.<br />
<strong>E a liberdade de sonhar.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até lá!</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Me parece que hoje em dia o nosso dever primordial deve ser reconquistar a mentalidade simbólica&#8221; (<strong>Eduardo Galeano</strong>).</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Trecho retirado do documentário &#8220;Levante a Sua Voz&#8221;, vídeo produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social.</em></p>
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