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	<title>OCOMPRIMIDO.COM &#187; cuba</title>
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	<description>Sua dose diária de contra-informação</description>
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		<title>Fidel: As verdadeiras intenções da “Aliança Igualitária”</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Mar 2011 18:01:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[TARJA PRETA]]></category>
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		<description><![CDATA[por Fidel Castro, no Vermelho Ontem (22/03/2011) foi um dia longo. Desde o meio-dia acompanhava as peripécias de Obama no Chile, como tinha feito no dia anterior com suas aventuras na cidade do Rio de Janeiro. Essa cidade, em brilhante desafio, tinha derrotado Chicago em sua aspiração a ser sede da Olimpíada de 2016, quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="tarja preta" src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/themes/retromania/retromania/images/CHAMADA-tarjapreta.jpg" alt="" width="487" height="139" /></p>
<p style="text-align: justify;">por <strong>Fidel Castro</strong>, no <strong><a href="http://www.vermelho.org.br/">Vermelho</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ontem (22/03/2011) foi um dia longo. Desde o meio-dia acompanhava as  peripécias  de  Obama no Chile, como tinha feito no dia anterior com suas  aventuras  na  cidade do Rio de Janeiro. Essa cidade, em brilhante  desafio, tinha   derrotado Chicago em sua aspiração a ser sede da  Olimpíada de 2016,   quando o novo presidente dos Estados Unidos e Prêmio  Nobel da Paz   parecia um êmulo de Martin Luther King.</p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém sabia quando chegaria a Santiago do Chile e o que faria ali   um presidente dos Estados Unidos, onde um de seus antecesores havia   cometido o doloroso crime de promover a derrubada e a morte física de   seu heroico presidente, horríveis torturas e o assassinato de milhares   de chilenos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, eu tratava de acompanhar as notícias que chegavam da   tragédia do Japão e a brutal guerra desencadeada contra a Líbia,   enquanto o ilustre visitante proclamava a “Aliança Igualitária” na   região do mundo onde a riqueza está pior distribuída.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre tantas coisas, me descuidei um pouco e não vi nada do opíparo   banquete de centenas de pessoas com as raridades que a natureza dotou os   mares, que se fosse realizado em um restaurante de Tóquio, cidade onde   se paga até 300 mil dólares por um atum fresco de aleta azul, teriam   sido gastos até US$ 10 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Era muito trabalho para um jovem de minha idade. Escrevi uma breve Reflexão e depois dormi longas horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje de manhã estava tranquilo. Meu amigo só chegaria a El Salvador   depois do meio-dia. Pedi despachos telegráficos, artigos da internet e   outros materiais recém-chegados.</p>
<p style="text-align: justify;">Vi, em primeiro lugar, que por minha culpa os despachos telegráficos   tinham dado importância ao que eu dissera sobre o cargo de   primeiro-secretário do partido, e explicarei isso com a maior brevidade   possível. Concentrado na “Aliança Igualitária” de Barack Obama, um   assunto de tanta relevância histórica – estou falando sério – nem sequer   recordei que no próximo mês terá lugar o Congresso do partido.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha atitude com relação ao tema foi elementarmente lógica. Ao   compreender a gravidade de minha saúde, fiz o que, a meu juízo, não foi   necessário quando tive o doloroso acidente em Santa Clara; depois da   queda o tratamento foi duro, mas a vida não estava em perigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando, porém, escrevi a Proclamação de 31 de julho, era evidente para mim que meu estado de saúde era sumamente crítico.</p>
<p style="text-align: justify;">Retirei-me de imediato de todas as minhas funções públicas,   acrescentando algumas instruções para oferecer segurança e tranquilidade   à população.</p>
<p style="text-align: justify;">Não era necessária a renúncia, em concreto, de cada um de meus cargos.</p>
<p style="text-align: justify;">A função mais importante para mim era a de primeiro-secretário do   partido. Por ideologia e por princípio, em uma etapa revolucionária,   corresponde a esse cargo político a máxima autoridade. O outro cargo que   eu exercia era o de presidente do Conselho de Estado e de Governo,   eleito pela Assembleia Nacional. Para ambos os cargos existia um   substituto, e não em virtude de vínculo familiar, que jamais considerei   fonte de direito, mas por experiência e méritos.</p>
<p style="text-align: justify;">O grau de Comandante em Chefe foi-me outorgado pela própria luta, uma   questão de acaso mais do que de méritos pessoais. A própria Revolução,   em etapa posterior, atribuiu corretamente a chefia de todas as   instituições armadas ao presidente, uma função que, a meu juízo, deve   corresponder à de primeiro-secretário do partido. Entendo que deve ser   assim em um país que, como Cuba, tem tido que enfrentar um obstáculo tão   considerável como o império criado pelos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Transcorreram quase 14 anos desde o último Congresso do partido, anos   que coincidiram com o desaparecimento da URSS e do campo socialista, o   Período Especial e minha própria doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando progressiva e parcialmente recuperei a saúde, nem sequer me   passou pela cabeça a ideia ou necessidade de proceder ao formalismo de   fazer renúncia expressa de nenhum cargo. Aceitei nesse período a honra   da eleição como deputado à Assembleia Nacional, que não exigia a   presença física, e com a qual podia compartilhar ideias.</p>
<p style="text-align: justify;">Como disponho de mais tempo que nunca para observar, informar-me, e   expor determinados pontos de vista, cumprirei modestamente meu dever de   lutar pelas ideias que tenho defendido ao longo de minha modesta vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Rogo aos leitores que me desculpem pelo tempo gasto nesta explicação, que as circunstâncias mencionadas me obrigaram a dar.</p>
<p style="text-align: justify;">O assunto mais importante, não esqueço, é a insólita aliança entre   milionários e famintos que o ilustre presidente dos Estados Unidos   propõe.</p>
<p style="text-align: justify;">Os bem informados – aqueles que conhecem, por exemplo, a história  deste  hemisfério, suas lutas, ou inclusive, somente a do povo de Cuba   defendendo a Revolução contra o império que, como o próprio Obama   reconhece, tem durado mais tempo que “sua própria existência”–, com   segurança se assombrarão com sua proposta.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se que o atual presidente é um bom alinhavador de palavras,   circunstância que, unida à crise econômica, o crescente desemprego, as   perdas de habitações e a morte de soldados norte-americanos nas guerras   estúpidas de Bush, o ajudaram a obter a vitória.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de observá-lo bem, não me surpreenderia que fosse o autor do   ridículo título com que se batizou a matança na Líbia: “Odisseia do   Amanhecer”, que fez tremer o pó dos restos de Homero e dos que   contribuíram para idealizar a lenda dos famosos poemas gregos; embora eu   admita que talvez o título fosse uma criação dos chefes militares que   manejam as milhares de armas nucleares com as quais uma simples ordem  do  Prêmio Nobel da Paz pode determinar o fim de nossa espécie.</p>
<p style="text-align: justify;">De seu discurso aos brancos, negros, índios, mestiços e não mestiços,   crentes e não crentes das Américas, pronunciado no Centro Cultural   Palácio de la Moneda, as embaixadas dos Estados Unidos distribuíram   cópia fiel em todas as partes, e foi traduzido e divulgado por Chile TV,   CNN, e imagino que outras emissoras em outros idiomas.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi ao estilo do que pronunciou no primeiro ano de seu mandato, no   Cairo, a capital de seu amigo e aliado Hosni Mubarak, cujas dezenas de   bilhões de dólares subtraídos ao povo é de se supor que um presidente   dos Estados Unidos sabia.</p>
<p style="text-align: justify;">“…O Chile demostrou que não temos por que estar divididos por raças  […]  ou conflitos étnicos”, assegurou, deste modo o problema americano  foi  apagado do mapa.</p>
<p style="text-align: justify;">Insiste obsessivamente quase de imediato que “…este maravilhoso lugar   onde nos encontramos, a poucos passos de onde o Chile perdeu sua   democracia há várias décadas…” Tudo menos pronunciar o golpe de Estado, o   assassinato do meticuloso general Schneider, o nome glorioso de   Salvador Allende, como se o governo dos Estados Unidos não tivesse que   ver em absoluto nada com isso.</p>
<p style="text-align: justify;">O do grande poeta Pablo Neruda, cuja morte o golpe traidor acelerou,  foi  pronunciado mais de uma vez, nesse caso para afirmar de forma   poeticamente bela que nossas “estrelas” primordiais são a “luta” e a   “esperança”. Obama ignora que Pablo Neruda era comunista, amigo da   Revolução Cubana, grande admirador de Simón Bolivar, que renasce a cada   cem anos, e inspirador do Guerrilheiro Heroico Ernesto Guevara?</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquei admirado quase desde o início de sua mensagem, com os  profundos  conhecimentos históricos de Barack Obama. Algum assessor  irresponsável  se esqueceu de explicar-lhe que Neruda era militante do  Partido  Comunista do Chile. Depois de outros parágrafos sem  transcendência,  reconhece que: “Sei que não sou o primeiro presidente  dos Estados Unidos  a prometer um novo espírito de cooperação com nossos  vizinhos  latino-americanos. Sei que às vezes, os Estados Unidos não  têm dado  suficiente importância a esta região.”</p>
<p style="text-align: justify;">“…A América Latina não é o velho estereótipo de uma região em  conflito  perpétuo nem prisioneira por ciclos intermináveis de pobreza.”</p>
<p style="text-align: justify;">“Na Colômbia, grandes sacrifícios por cidadãos e forças da segurança  têm  restaurado um nível de segurança que não se via desde há décadas”.  Ali  jamais houve narcotráfico, paramilitares nem cemitérios  clandestinos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu discurso a classe operária não existe, nem camponeses sem  terras,  tampoco os analfabetos, a mortalidade infantil ou materna, os  que  perdem a visão, ou são vítimas de parasitas como o mal de Chagas ou  de  doenças bacterianas como o cólera.</p>
<p style="text-align: justify;">“Desde Guadalajara até Santiago e São Paulo, uma classe média está exigindo mais de si mesma e mais de seu governo”, expressa.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando um golpe de Estado em Honduras ameaçou o progresso  democrático,  os países do hemisfério invocaram unanimemente a Carta  Democrática  Interamericana, o que ajudou a assentar as bases do retorno  ao Estado de  direito.”</p>
<p style="text-align: justify;">A verdadeira razão do maravilhoso discurso de Obama se explica de  forma  indiscutível no meio da sua mensagem e com as suas próprias  palavras: “A  América Latina só vai se tornar mais importante para os  Estados Unidos,  especialmente para nossa economia. […] Compramos mais  de seus produtos e  serviços que nenhum outro país, e investimos mais  nesta região que  nenhum outro país. […] nós exportamos mais de três  vezes à América  Latina do que o que exportamos para a China. Nossas  exportações para  esta região… aumentam mais rápido do que nossas  exportações para o resto  do mundo…”. Pode-se ocasionalmente deduzir  disto que “quanto mais  próspera seja a América Latina, mais prósperos  serão os Estados Unidos.”</p>
<p style="text-align: justify;">Obama dedica mais adiante insípidas palavras aos fatos reais:</p>
<p style="text-align: justify;">“Mas sejamos francos e também admitamos […] que o progresso do   continente americano não é suficientemente rápido. Não para os milhões   que sofrem a injustiça da extrema pobreza. Não para as crianças nos   bairros e favelas, que só querem as mesmas oportunidades que têm os   demais.”</p>
<p style="text-align: justify;">“O poder político e econômico com demasiada frequência está  concentrado  nas mãos de poucos, em vez de servir à maioria”, expressou  textualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não somos a primeira geração que enfrenta esses desafios. Há  exatamente  50 anos, o presidente John F. Kennedy propôs uma ambiciosa  Aliança para  o Progresso.”</p>
<p style="text-align: justify;">“O desafio diante do presidente Kennedy persiste: ‘construir um   hemisfério em que todos [os povos] possam ter a esperança de um nível de   vida apropriado, em que todos possam viver sua vida com dignidade e   liberdade’.”</p>
<p style="text-align: justify;">É incrível que venha agora com essa história tão tosca que constitui um insulto à inteligência humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Não lhe resta mais remédio que mencionar entre as grandes calamidades  um  problema que se origina no colossal mercado dos Estados Unidos e  com as  armas homicidas desse país: “Os bandos de criminosos e  narcotraficantes  não são apenas uma ameaça contra a segurança dos  cidadãos. São uma  ameaça contra o desenvolvimento, porque afugentam o  investimento de que a  economia necessita para prosperar. E são uma  ameaça direta contra a  democracia porque alentam a corrupção que solapa  as instituições por  dentro”.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais adiante acrescenta relutantemente: “Mas nunca eliminaremos o   atrativo dos cartéis e bandos a não ser que também enfrentemos as forças   sociais e econômicas que alimentam a criminalidade. Necessitamos  chegar  aos jovens vulneráveis antes que recorram às drogas e ao crime”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Como presidente, tenho deixado claro que nos Estados Unidos  aceitamos  nossa responsabilidade pela violência gerada pelas drogas. A  demanda de  drogas, incluída a dos Estados Unidos, impulsiona esta  crise. Por isso  formulamos uma nova estratégia para o controle das  drogas que está  centrado em reduzir a demanda de drogas por meio da  educação, prevenção e  tratamento.”</p>
<p style="text-align: justify;">O que ele não diz é que em Honduras 76 pessoas em cada 100 mil   habitantes morrem por causa da violência, 19 vezes mais do que em Cuba,   onde praticamente, apesar da proximidade dos Estados Unidos, tal   problema quase não existe.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de umas quantas bobagens do tipo, sobre as armas direcionadas  ao  México, que estão confiscando, um Acordo Transpacífico, o Banco   Interamericano de Desenvolvimento, com o qual diz que se esmeram em   aumentar o “Fundo de Crescimento com Microfinanciamento para as   Américas” e prometer a criação de novas “Vias à Prosperidade” e outros   termos altissonantes que pronuncia em inglês e espanhol, volta a suas   peregrinas promessas de unidade hemisférica e trata de impressionar os   ouvintes com os riscos das mudanças climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Obama acrescenta: “E se alguém duvida da urgência das mudanças   climáticas, basta que olhem dentro do continente americano, desde as   fortes tormentas do Caribe até o derretimento das geleiras nos Andes e a   perda de bosques e terras de cultivo em toda a região”. Sem o valor de   reconhecer que seu país é o máximo responsável por essa tragédia.</p>
<p style="text-align: justify;">Explica que se orgulha de anunciar que “…os Estados Unidos estão   trabalhando com sócios na região, entre eles o setor privado, para   aumentar em 100 mil o número de estudantes dos Estados Unidos na América   Latina e em 100 mil o número de estudantes da América Latina que   estudam nos Estados Unidos”. Já se sabe o que custa estudar Medicina ou   outra carreira nesse país e o roubo descarado de cérebros que os  Estados  Unidos praticam.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo o seu palavreado para terminar com uma loa à OEA que Roa  qualificou  como “Ministério Ianque das Colônias”, quando, em memorável  denúncia de  nossa pátria nas Nações Unidas, informou que o governo dos  Estados  Unidos tinha atacado nosso território em 15 de abril de 1961  com  bombardeiros B-26 pintados com insígnias cubanas; um fato  desavergonhado  que dentro de 23 dias completará 50 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma acreditou que tudo estava totalmente pronto para proclamar o direito a subverter a ordem em nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;">Confessa heroicamente que estão “permitindo que os estadunidenses  enviem  remessas para dar certa esperança econômica às pessoas em Cuba,  como  também mais independência das autoridades.”</p>
<p style="text-align: justify;">“…continuaremos buscando maneiras de aumentar a independência do povo   cubano, que tem direito à mesma liberdade que todos os demais países   neste hemisfério.”</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, reconhece que o bloqueio prejudica Cuba, priva a economia  de  recursos. Por que não reconhece que as intenções de Eisenhower e o   objetivo declarado dos Estados Unidos quando o aplicou era render pela   fome o povo de Cuba?</p>
<p style="text-align: justify;">Por que se mantém? A quantas centenas de bilhões de dólares ascende a   indenização que os Estados Unidos devem pagar a nosso país? Por que   mantêm na prisão os cinco heróis antiterroristas cubanos? Por que não se   aplica a Lei de Ajuste a todos os latino-americanos, em vez de  permitir  que milhares deles morram ou fiquem feridos na fronteira  imposta ao  país do qual foi arrebatada mais da metade do seu  território?</p>
<p style="text-align: justify;">Rogo ao presidente dos Estados Unidos que me escuse a franqueza.</p>
<p style="text-align: justify;">Não abrigo sentimentos hostis para com ele ou seu povo.</p>
<p style="text-align: justify;">Cumpro o dever de expor o que penso de sua “Aliança Igualitária”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Estados Unidos nada ganharão ao criar e estimular o ofício de   mercenários. Posso asegurar-lhe que os melhores e mais preparados jovens   de nosso país graduados na Universidade de Ciências Informáticas   conhecem muito mais de Internet e computação do que o Prêmio Nobel e   presidente dos Estados Unidos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2072" title="200px-Fidel_Castro_Signature.svg" src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2011/03/200px-Fidel_Castro_Signature.svg_.png" alt="" width="200" height="103" /></p>
<p>Fidel Castro Ruz<br />
22 de março de 2011, 21h17<br />
Fonte: Cubadebate<br />
Tradução da Redação do Vermelho</p>
<p><em>Notadocomprimido: fico feliz em saber que em pleno século XXI ainda podemos contar com as palavras do comandante. Espero que ainda por um bom tempo. Até lá!</em></p>
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		<title>Médicos cubanos no Haiti dão exemplo ao planeta</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 23:35:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eles são os verdadeiros heróis do desastre do terremoto no Haiti, a catástrofe humana na porta da América, a qual Barack Obama prometeu uma monumental missão humanitária dos EUA para aliviar. Esses heróis são da nação arqui-inimiga dos Estados Unidos, Cuba, cujos médicos e enfermeiros deixaram os esforços dos EUA envergonhados. Uma brigada de 1.200 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/themes/retromania/retromania/images/CHAMADA-tarjapreta.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Eles são os verdadeiros heróis do desastre do terremoto no Haiti, a catástrofe humana na porta da América, a qual Barack Obama prometeu uma monumental missão humanitária dos EUA para aliviar. Esses heróis são da nação arqui-inimiga dos Estados Unidos, Cuba, cujos médicos e enfermeiros deixaram os esforços dos EUA envergonhados.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma brigada de 1.200 médicos cubanos está operando em todo o Haiti, rasgado por terremotos e infectado com cólera, como parte da missão médica internacional de Fidel Castro, que ganhou muitos amigos para o Estado socialista, mas pouco reconhecimento internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Observadores do terremoto no Haiti poderiam ser perdoados por pensar operações de agências de ajuda internacional e por os deixarem sozinhos na luta contra a devastação que matou 250.000 pessoas e deixou cerca de 1,5 milhões de desabrigados. De fato, trabalhadores da saúde cubanos estão no Haiti desde 1998, quando um forte terremoto atingiu o país. E em meio a fanfarra e publicidade em torno da chegada de ajuda dos EUA e do Reino Unido, centenas de médicos, enfermeiros e terapeutas cubanos chegaram discretamente. A maioria dos países foi embora em dois meses, novamente deixando os cubanos e os Médicos Sem Fronteiras como os principais prestadores de cuidados para a ilha caribenha.</p>
<p style="text-align: justify;">Números divulgados na semana passada mostram que o pessoal médico cubano, trabalhando em 40 centros em todo o Haiti, tem tratado mais de 30.000 doentes de cólera desde outubro. Eles são o maior contingente estrangeiro, tratando cerca de 40% de todos os doentes de cólera. Um outro grupo de médicos da brigada cubana Henry Reeve, uma equipe especializada em desastre e em emergência, chegou recentemente, deixando claro que o Haiti está se esforçando para lidar com a epidemia que já matou centenas de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde 1998, Cuba treinou 550 médicos haitianos gratuitamente na Escola Latinoamericana de Medicina em Cuba (Elam), um dos programas médicos mais radicais do país. Outros 400 estão sendo treinados na escola, que oferece ensino gratuito &#8211; incluindo livros gratuitos e um pouco de dinheiro para gastar &#8211; para qualquer pessoa suficientemente qualificada e que não pode pagar para estudar Medicina em seu próprio país.</p>
<p style="text-align: justify;">John Kirk é um professor de Estudos Latino-Americanos na Universidade Dalhousie, no Canadá, que pesquisa equipes médicas internacionais de Cuba. Ele disse: &#8220;A contribuição de Cuba, como ocorre agora no Haiti, é o maior segredo do mundo. Eles são pouco mencionados, mesmo fazendo muito do trabalho pesado.&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta tradição remonta a 1960, quando Cuba enviou um punhado de médicos para o Chile, atingido por um forte terremoto, seguido por uma equipe de 50 a Argélia em 1963. Isso foi apenas quatro anos depois da Revolução.</p>
<p style="text-align: justify;">Os médicos itinerantes têm servido como uma arma extremamente útil da política externa e econômica do governo, gahando amigos e favores em todo o globo. O programa mais conhecido é a &#8220;Operação Milagre&#8221;, que começou com os oftalmologistas tratando os portadores de catarata em aldeias pobres venezuelanos em troca de petróleo. Esta iniciativa tem restaurado a visão de 1,8 milhões de pessoas em 35 países, incluindo o de Mario Terán, o sargento boliviano que matou Che Guevara em 1967.</p>
<p style="text-align: justify;">A Brigada Henry Reeve, rejeitada pelos norteamericanos após o furacão Katrina, foi a primeira equipe a chegar ao Paquistão após o terremoto de 2005, e a última a sair seis meses depois.</p>
<p style="text-align: justify;">A Constituição de Cuba estabelece a obrigação de ajudar os países em pior situação, quando possível, mas a solidariedade internacional não é a única razão, segundo o professor Kirk. &#8220;Isso permite que os médicos cubanos, que são terrivelmente mal pagos, possam ganhar dinheiro extra no estrangeiro e aprender mais sobre as doenças e condições que apenas estudaram. É também uma obsessão de Fidel e ele ganha votos na ONU.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Um terço dos 75 mil médicos de Cuba, juntamente com 10.000 trabalhadores de saúde, estão atualmente trabalhando em 77 países pobres, incluindo El Salvador, Mali e Timor Leste. Isso ainda deixa um médico para cada 220 pessoas em casa, uma das mais altas taxas do mundo, em comparação com um para cada 370 na Inglaterra.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde quer que sejam convidados, os cubanos implementam o seu modelo de prevenção com foco global, visitando famílias em casa, com monitoração proativa de saúde materna e infantil. Isso produziu &#8220;resultados impressionantes&#8221; em partes de El Salvador, Honduras e Guatemala, e redução das taxas de mortalidade infantil e materna, redução de doenças infecciosas e deixando para trás uma melhor formação dos trabalhadores de saúde locais, de acordo com a pesquisa do professor Kirk.</p>
<p style="text-align: justify;">A formação médica em Cuba dura seis anos &#8211; um ano mais do que no Reino Unido &#8211; após o qual todos trabalham após a graduação como um médico de família por três anos no mínimo. Trabalhando ao lado de uma enfermeira, o médico de família cuida de 150 a 200 famílias na comunidade em que vive.</p>
<p style="text-align: justify;">Este modelo ajudou Cuba a alcançar alguns índices invejáveis de melhoria em saúde no mundo, apesar de gastar apenas $ 400 (£ 260) por pessoa no ano passado em comparação com $ 3.000 (£ 1.950) no Reino Unido e $ 7.500 (£ 4,900) nos EUA, de acordo com Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa de mortalidade infantil, um dos índices mais confiáveis da saúde de uma nação, é de 4,8 por mil nascidos vivos &#8211; comparável com a Grã-Bretanha e menor do que os EUA. Apenas 5% dos bebês nascem com baixo peso ao nascer, um fator crucial para a saúde a longo prazo, e a mortalidade materna é a mais baixa da América Latina, mostram os números da Organização Mundial de Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">As policlínicas de Cuba, abertas 24 horas por dia para emergências e cuidados especializados, é um degrau a partir do médico de família. Cada uma prevê 15.000 a 35.000 pacientes por meio de um grupo de consultores em tempo integral, assim como os médicos de visita, garantindo que a maioria dos cuidados médicos são prestados na comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Imti Choonara, um pediatra de Derby, lidera uma delegação de profissionais de saúde internacionais, em oficinas anuais na terceira maior cidade de Cuba, Camagüey. &#8220;A saúde em Cuba é fenomenal, e a chave é o médico de família, que é muito mais pró-ativo, e cujo foco é a prevenção. A ironia é que os cubanos vieram ao Reino Unido após a revolução para ver como o HNS [Serviço Nacional de Saúde] funcionava. Eles levaram de volta o que viram, refinaram e desenvolveram ainda mais, enquanto isso estamos nos movendo em direção ao modelo dos EUA &#8220;, disse o professor Choonara.</p>
<p style="text-align: justify;">A política, inevitavelmente, penetra muitos aspectos da saúde cubana. Todos os anos os hospitais produzem uma lista de medicamentos e equipamentos que têm sido incapazes de acesso por causa do embargo americano, o qual que muitas empresas dos EUA de negociar com Cuba, e convence outros países a seguir o exemplo. O relatório 2009/10 inclui medicamentos para o câncer infantil, HIV e artrite, alguns anestésicos, bem como produtos químicos necessários para o diagnóstico de infecções e órgãos da loja. Farmácias em Cuba são caracterizados por longas filas e estantes com muitos vazios. Em parte, isso se deve ao fato de que eles estocam apenas marcas genéricas.</p>
<p style="text-align: justify;">Antonio Fernandez, do Ministério da Saúde Pública, disse: &#8220;Nós fazemos 80% dos medicamentos que usamos. O resto nós importamos da China, da antiga União Soviética, da Europa &#8211; de quem vender para nós &#8211; mas isso é muito caro por causa das distâncias.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, os cubanos são imensamente orgulhosos e apóiam a contribuição no Haiti e outros países pobres, encantados por conquistar mais espaço no cenário internacional. No entanto, algumas pessoas queixam-se da espera para ver o seu médico, pois muitos estão trabalhando no exterior. E, como todas as commodities em Cuba, os medicamentos estão disponíveis no mercado negro para aqueles dispostos a arriscar grandes multas se forem pegos comprando ou vendendo.</p>
<p style="text-align: justify;">As viagens internacionais estão além do alcance da maioria dos cubanos, mas os médicos e enfermeiros qualificados estão entre os proibidos de deixar o país por cinco anos após a graduação, salvo como parte de uma equipe médica oficial.</p>
<p style="text-align: justify;">Como todo mundo, os profissionais de saúde ganham salários miseráveis em torno de 20 dólares (£ 13) por mês. Assim, contrariamente às contas oficiais, a corrupção existe no sistema hospitalar, o que significa que alguns médicos e até hospitais, estão fora dos limites a menos que o paciente possa oferecer alguma coisa, talvez almoçar ou alguns pesos, para tratamento preferencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Empresas internacionais de Cuba na área da saúde estão se tornando cada vez mais estratégicas. No mês passado, funcionários mantiveram conversações com o Brasil sobre o desenvolvimento do sistema de saúde pública no Haiti, que o Brasil e a Venezuela concordaram em ajudar a financiar.</p>
<p style="text-align: justify;">A formação médica é outro exemplo. Existem atualmente 8.281 alunos de mais de 30 países matriculados na Elam, que no mês passado comemorou o seu 11 º aniversário. O governo espera transmitir um senso de responsabilidade social para os alunos, na esperança de que eles vão trabalhar dentro de suas próprias comunidades pobres pelo menos cinco anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Damien Joel Soares, 27 anos, estudante de segundo ano de New Jersey, é um dos 171 estudantes norte-americanos; 47 já se formaram. Ele rejeita as alegações de que Elam é parte da máquina de propaganda cubana. &#8220;É claro que Che é um herói, mas aqui isso não é forçado garganta abaixo.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Outros 49.000 alunos estão matriculados no &#8220;Novo Programa de Formação de Médicos Latino-americanos&#8221;, a ideia de Fidel Castro e Hugo Chávez, que prometeu em 2005 formar 100 mil médicos para o continente. O curso é muito mais prático, e os críticos questionam a qualidade da formação.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor Kirk discorda: &#8220;A abordagem high-tech para as necessidades de saúde em Londres e Toronto é irrelevante para milhões de pessoas no Terceiro Mundo que estão vivendo na pobreza. É fácil ficar de fora e criticar a qualidade, mas se você está vivendo em algum lugar sem médicos, ficaria feliz quando chegasse algum.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Há nove milhões de haitianos que provavelmente concordariam.</p>
<p><strong>por Lila Lakhani, do <a href="http://www.independent.co.uk/life-style/health-and-families/health-news/cuban-medics-in-haiti-put-the-world-to-shame-2169415.html" target="_blank">The Independent</a>. Tradução da <a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17280" target="_blank">CartaMaior</a>.</strong></p>
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		<title>Educação de Cuba é a melhor da América Latina</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 18:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dose diária]]></category>
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		<description><![CDATA[Do blog AvanteEducadores Cuba é o país da América Latina que melhor cumpre as metas sobre acesso e qualidade de ensino estabelecidas pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Numa lista de 128 países, a ilha está em 14º lugar, à frente de países ricos, como Espanha (17º), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="dose-diaria" src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/themes/retromania/retromania/images/CHAMADA-dosediaria.jpg" alt="" width="569" height="161" /></p>
<p style="text-align: justify;">Do blog <a href="http://avanteeducadores.blogspot.com/" target="_blank">AvanteEducadores</a></p>
<p style="text-align: justify;">Cuba é o país da América Latina que melhor cumpre as metas sobre acesso e qualidade de ensino estabelecidas pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Numa lista de 128 países, a ilha está em 14º lugar, à frente de países ricos, como Espanha (17º), Suíça (20º) e Bélgica (23º). Os três primeiros da lista são Noruega, Japão e Alemanha, respectivamente. O Brasil está em 88º. Estados Unidos e Canadá não foram listados.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estudantes do ensino básico em Cuba tiveram um desempenho extremamente bom”, diz o relatório, apresentado em janeiro. No país, constatou-se que mais de 85% dos alunos têm habilidade de leitura considerada além do básico. E mais de 40% alcançaram o nível mais alto.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1138"></span>Um anexo do documento mostra que a situação na América Latina é desigual. Por um lado, Cuba, a Argentina (38ª posição no ranking geral) e o Uruguai (39ª) obtiveram os melhores resultados da região e estão perto de alcançar o grau de &#8220;educação para todos&#8221; &#8211; ou seja, em que 100% dos alunos concluem o ensino básico. O México (55ª), Trinidad e Tobago (57ª) e a Venezuela (59ª) também estão próximos deste objetivo. No extremo oposto, estão República Dominicana (97ª), Guatemala (98ª) e Nicarágua (101ª).</p>
<p style="text-align: justify;">A posição do Brasil é considerada intermediária pela Unesco. Os problemas brasileiros estão relacionados principalmente à alta taxa de repetência e ao baixo índice de conclusão da educação básica.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo relatório de 2007 do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas), do MEC, 4,8% dos alunos brasileiros abandonam o ensino fundamental (1º ao 9º ano). Quando se trata do ensino médio, a taxa de evasão sobe para 13,2%. Ajudar os pais em casa ou no trabalho, necessidade de trabalhar, falta de interesse e proibição dos pais de ir à escola são os motivos mais frequentemente alegados pelos pais a partir dos anos finais do ensino fundamental e pelos próprios alunos no ensino médio.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, o Brasil tem um bom desempenho no relatório da Unesco no que se refere à alfabetização, ao acesso ao ensino fundamental e à igualdade de gênero. Algumas iniciativas do governo federal foram elogiadas, como o programa Fome Zero, o Brasil Alfabetizado e, especialmente, o Bolsa Família.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Crise mundial</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o documento, a crise financeira mundial vai afetar os esforços para o acesso à educação em diversos países. O relatório estima que será preciso suprir um déficit de 16 bilhões de dólares anuais para que seja possível atingir a universalização do ensino fundamental no mundo até 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">“A principal mensagem é a de que a educação está em risco, e que toda uma geração será perdida porque a interrupção dos recursos financeiros que são necessários para a educação está aumentando – especialmente com a crise”, declarou a diretora da Unesco, Irina Bokova, durante o lançamento do relatório, em Nova York.</p>
<p style="text-align: justify;">Além das consequências da crise mundial na educação, o relatório traz o ranking dos países em relação ao cumprimento das cinco metas estabelecidas no Fórum Mundial de Educação em 2000, na capital do Senegal, Dacar. No encontro, representantes de mais de 150 países reafirmaram o compromisso de alcançar as metas da educação para todos no ano de 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cinco objetivos da Unesco são, pela ordem de prioridade:</p>
<p style="text-align: justify;">1. aumentar os cuidados e educação para a infância;<br />
2. proporcionar educação primária gratuita;<br />
3. estimular ensinamentos e habilidades para jovens e adultos;<br />
4. aumentar em 50% a alfabetização adulta;<br />
5. atingir a igualdade entre os gêneros em 2015;<br />
6. melhorar a qualidade da educação.</p>
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