
O documentário “Sagrada Terra Especulada” narra um período de lutas contra o Setor Noroeste, bairro de alto luxo que a especulação imobiliária do Distrito Federal tenta construir a qualquer custo.
Tendo como enfoque a resistência realizada na Reserva Indígena Santuário dos Pajés, o documentário traça a ação da mídia, políticos, empresários, especuladores e burocratas: todos a serviço do lucro e da segregação. Do outro lado, apresenta a ação de movimentos populares em uma incansável e também vitoriosa luta.
O filme foi vencedor do 44º Festival de Cinema de Brasília na categoria Melhor Filme troféu Câmara Legislativa – 2º Lugar.
Sagrada Terra Especulada(A luta contra o Setor Noroeste) Documentário – 70min from Muruá on Vimeo.
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O documentário pode ser distribuído gratuitamente. Links com vários formatos para download serão acrescentados no blog:
sagradaterraespeculada.blogspot.com/
Produzido pelo Centro de Mídia Independente-DF e Coletivo Muruá

Saiba mais sobre o Setor Noroeste com a Revista Vírus Planetário! Clique aqui (pag10).
O Setor Noroeste, futuro bairro “ecológico” de Brasília, é uma região que realmente merece destaque pela sua sustentabilidade. Em meio a diversas cidades ecológicas surgindo pelo mundo, o Noroeste é a única que teve que desmatar uma área de mais de 800 campos de futebol de cerrado nativo, em meio a uma microbacia hidrográfica, para ser construído. Mas, para não sermos imparciais, devemos considerar cada uma das dimensões da sustentabilidade:
Ambiental: Além do desmatamento e impermeabilização, irá prejudicar o córrego do bananal, que faz parte da bacia do Paranoá, impedindo também a recarga pluvial, já que os edifícios contarão com captação de água da pouca chuva da cidade. O local é também zona de amortecimento do Parque Nacional (Água Mineral), e tem função importante na regulação do microclima (umidade e temperatura) local. Será que isso é ecologicamente correto?
Social: Brasília é a 16ª capital com maior desigualdade do MUNDO, só ganhando de poucos países africanos (índice Gini). A criação do noroeste só irá piorar esta situação, pois será criado mesmo que o plano piloto tenha mais de 50.000 imóveis desocupados e a real demanda de moradia seja para baixa renda.
Econômico: O principal vetor que influenciou a criação do bairro também é uma furada! A empresa indiana Tata é famosa por construir prédios realmente sustentáveis (inclusive dentro dos padrões urbanísticos de Brasília), com apartamentos que custam de R$ 16 mil (26m2) á R$ 28 mil (46m2).
Político: Além do fato de o maior fomento para a consolidação do setor noroeste ter vindo quando o vice-governador era o maior empresário do setor imobiliário da região (durante o governo mais corrupto da história do DF), vai contra o artigo 225 da constituição, as resoluções 302 e 303 do CONAMA, a lei federal 9.985/00 (SNUC), a lei complementar 827/10 (SDUC), entre outros.
Internacional: Vai contra diversos compromissos que o Brasil acordou, como Convenção da Biodiversidade de 92, Convenção de Ramsar de 71, Convenção de Washington de 40, RIO 92, além do Man And Biosphere (MAB-ONU).
Antropológico: Será necessária a remoção do Santuário dos Pajés, uma reserva indígena pluriétnica que a muito tempo vem protegendo o ecossistema regional. Mas se será um bairro sustentável por que não deixá-los lá? Alguém é mais sustentável que eles?
Junt@s estamos CONTRA o Setor Noroeste por que o Santuário não se move!!!
Manifesta da Chapa 1 ao DCE UnB (http://twitter.com/#!/juntxssomosmais).

Por João Telésforo Medeiros Filho, no blog B&D
O espaço urbano nasce sempre, historicamente, como um centro social, econômico e político. Parte fundamental do direito à cidade, assim, é o direito a participar de seu centro, a não ser periferia: a segregação urbana funciona simultaneamente como causa e consequência da dominação econômica e política e da desintegração social, num ciclo vicioso que perpetua a exclusão em todas as suas formas. Por ser pobre, o sujeito não tem condições econômicas de habitar regiões centrais, o que, por sua vez, gera novas dificuldades econômicas, devido à dificuldade de acesso a serviços públicos, ao dinheiro e tempo despendidos para locomover-se até o centro e à discriminação sofrida pelo fato de habitar a periferia. A apartação espacial aumenta também a dificuldade de formação de laços comunitários de solidariedade entre pessoas de classes distintas, reforçando a imagem dos excluídos como estranhos a serem desprezados e temidos.
A luta pelo direito à cidade é uma forma de combater simultaneamente todas essas formas de exclusão. A forte interdependência entre suas diversas facetas leva um avanço em cada uma das suas diversas dimensões a ajudar a quebrar o ciclo vicioso geral. Uma de suas pautas fundamentais, porém, provoca impacto especialmente relevante e disseminado: a do direito à mobilidade urbana, a ser efetivado por meio da garantia do transporte público.
O cidadão que mora na periferia está privado de serviços públicos de qualidade – ou, ao menos, com a qualidade existente no centro. Para solucionar esse problema, é preciso reduzir a desigualdade social e distribuir igualitariamente os serviços públicos essenciais, mantendo a qualidade em todas as regiões e incentivando a produção cultural das regiões periféricas para que sejam inteiramente auto-suficientes em relação aos centros urbanos. Enquanto isso não acontece, garantir transporte público a todos é ainda mais indispensável para que um cidadão da periferia tenha acesso aos seus direitos a saúde, educação, cultura e diversão
Além do seu papel na materialização dos demais direitos fundamentais pelo acesso a serviços públicos, a garantia da mobilidade urbana avança em duas outras dimensões essenciais do direito à cidade: na instauração de um novo ritmo de vida diária e na possibilidade de reconstrução da unidade do espaço urbano.
A segregação da periferia é agravada, em Brasília, pelas grandes distâncias[1]e pela absoluta centralidade do transporte individual no planejamento da cidade. Antônio Carlos Carpintero verifica que o veículo individual é mencionado inúmeras vezes no projeto urbanístico da cidade, aparecendo claramente como “o principal elemento de organização, em torno do qual giram todos os outros”, enquanto, por outro lado, “Lúcio Costa não falou em nenhum momento, em sua proposta, a respeito de transporte coletivo de passageiros, apenas mencionou ônibus secundariamente”[2]. Eram os anos JK, e Brasília seria a vitrine da política de incentivo à indústria automobilística (e, em conseqüência, petrolífera).
O resultado é que, segundo informa Carlos Henrique Carvalho, pesquisador do IPEA, Brasília tem hoje uma parcela da frota nacional de veículos motorizados duas vezes maior do que a proporção de sua população em relação à população brasileira, e é a única das grandes cidades do país onde o transporte coletivo tem participação menor que o individual: “nas cidades com mais de 1 milhão de habitantes, em média 36% das viagens são coletivas, e 30% individuais. No Distrito Federal são 33% contra 37%”[3]. Carvalho diagnostica que “esta forte vocação ao transporte individual, principalmente automóveis e motocicletas, gera muitos impactos negativos, como: poluição, acidentes, congestionamentos, e aumento no tempo médio de deslocamento entre a casa e o trabalho das pessoas”.
Em Brasília, 70% dos empregos concentram-se no Plano Piloto, enquanto 80% da população mora fora dele[4]. Devido à precariedade da rede de transporte coletivo e à hipertrofia do uso do transporte individual, os trabalhadores desperdiçam, diariamente, várias horas apenas para irem e voltarem do trabalho: na prática, são horas incorporadas à jornada, aumentando a sua exploração e reduzindo o tempo que teriam para dedicar à vida familiar e comunitária, ao lazer e à participação política. Além disso, comprometem com os gastos para locomover-se parte substancial de seu achatado orçamento.
Como efeito de todos esses condicionantes, o centro atualmente “não existe”[5] na vida dos excluídos. Bauman aponta que “a extensão ao longo da qual os de ‘classe alta’ e os de ‘classe baixa’ se situam numa sociedade de consumo é o seu grau de mobilidade – sua liberdade de escolher onde estar”[6]. Os avanços tecnológicos têm permitido que distâncias sejam encurtadas e virtualmente anuladas, em decorrência do desenvolvimento cada vez mais acelerado dos meios de transporte e de comunicação. Porém, o acesso à mobilidade e aos fluxos de informação tem severas restrições econômicas: no ano de 2006, computador era um bem presente em apenas 0,2% das casas de Itapoã, região mais pobre do Distrito Federal, que tinha então 45 mil habitantes, renda per capita de R$ 102 e taxa de desemprego de 29,2%[7]. Também não é difícil imaginar as restrições impostas ao uso do transporte público urbano, nesse contexto: fica dificultada até mesmo a busca de trabalho pelos desempregados[8], de modo que a segregação espacial e a barreira econômica à mobilidade reforçam a exclusão econômica, no ciclo vicioso a que já nos referimos.
Toda estratégia de dominação consiste em ampliar a liberdade do dominante e restringir ao máximo a liberdade de escolha do dominado[9] – tal como a liberdade de ir e vir, de apropriar-se do espaço, recriá-lo segundo seus desejos, utilizar serviços públicos, encontrar-se e agir com os outros. Para romper com o controle excludente da produção do espaço e da mobilidade das pessoas nela, é preciso que a cidade, toda ela, seja reconstruída como centro eunidade. O direito à cidade, diz Lefebvre, depende de seu uso simultâneo, requer reunião, encontro, para que se produza uma sociabilidade formadora da unidade espaço-temporal capaz de construir uma comunidade que se autodetermina.
A garantia da mobilidade urbana é indispensável nesse processo de resistência, na medida em que viabiliza o direito de todos a não permanecerem isolados na periferia, a se apropriarem de todo o espaço urbano e terem mais controle sobre o ritmo de sua vida cotidiana.
O transporte público, hoje, é extremamente deficiente nessa função. Em Auditoria Operacional no Sistema de Transporte Público do Distrito Federal[10]realizada em 2008, o Tribunal de Contas do DF verificou que 76% dos usuários avaliaram o tempo de espera no ponto de ônibus como regular ou ruim (38,2% disseram esperar mais de de 30 minutos na parada); a frota de ônibus é envelhecida, com mais da metade dos veículos com idade superior legal máxima para cada tipo de ônibus; em várias linhas, o número de viagens efetivamente realizadas é substancialmente menor do que o previsto; as condições de parte significativa das paradas são muito ruins; o usuário tem grande dificuldades de obter informações sobre os itinerários e horários das linhas; e a empresa Fácil dificulta o uso do passe estudantil, “impondo ao estudante prejuízo na sua mobilidade, acarretando a piora da qualidade de vida do usuário, sobretudo o mais carente”. No metrô, a auditoria verificou que, apesar de uma qualidade razoavelmente melhor e de menor insatisfação do usuário, o intervalo entre a passagem dos trens ainda é muito maior do que o necessário, em virtude da insuficiência de trens: em Maio de 2008, o metrô operava com 17 trens no horário de pico, em vez dos 29 necessários. Além disso, também não são disponibilizados mecanismos que informem em quanto tempo passará o próximo trem. Verificou-se, finalmente, que os dados operacionais fornecidos pelos diversos órgãos do governo, sobre diversos aspectos do funcionamento do sistema (condições da frota, linha, custos), são inconsistentes e por vezes contraditórios. Portanto, de baixa confiabilidade. E, ainda, que a fiscalização e efetiva sanção das recorrentes irregularidades cometidas pelas empresas operadoras são quase inexistentes, o que gera prejuízos à qualidade do serviço e perda de receita para o Estado.
Diante desse quadro, os auditores do TC-DF concluem que “muito ainda há que melhorar o serviço de transporte público para oferecer os serviços de qualidade que a população merece, cabendo especial papel aos gestores do sistema de transporte que, apesar de seus esforços, não têm conseguido cumprir a sua missão institucional” (grifamos). Fazem uma série de recomendações técnicas aos gestores, entre as quais não consta a de tornar participativa a gestão do sistema.
A qualidade do serviço de transporte público é de fato muito ruim, e essa é uma grande deficiência. Porém, na nossa perspectiva, o seu maior problema é que a administração está na mão das empresas e de uma política de Estado nada aberta à participação das pessoas impactadas pelo serviço. Esse é o requisito primeiro para que o transporte público sirva à mobilidade urbana numa perspectiva cidadã, pois só assim é possível que ele funcione voltado para as necessidades e desejos populares, tanto nos serviços oferecidos, como na forma de se financiar. Castells já observava que os modelos de gestão, de cobrança e o próprio meio de transporte estão relacionados à função a que servem na conjuntura social, e à diferenciação social[11].
Em Brasília, é fácil perceber que o transporte serve primordialmente como instrumento de produção capitalista. O serviço, em si, é explorado por grandes empresas que priorizam o lucro às necessidades dos usuários (basta ver as críticas feitas pelo relatório do TC-DF), e toda a lógica de funcionamento do sistema é voltada para transportar os trabalhadores apenas de casa para o trabalho. As limitações de horário de funcionamento, a falta de qualidade da frota, a demora para utilizar o serviço e os preços proibitivos são sinais disso. Um dos absurdos mais patentes é o fato de uma passagem do centro para uma região periféria custar em geral um real a mais (ou 50%) do que entre as regiões privilegiadas. Como efeito disso, um morador de Itapoã, com renda média de R$ 102, pagará R$ 3 para ir de Itapoã à região central da cidade. Obviamente, tenderá a permanecer ilhado em sua região.
Não é a medida técnica, a política A ou B que será capaz de reverter essa lógica. Ela só pode ser rompida se os próprios habitantes da cidade, organizando-se de modo contra-hegemônico, reivindicarem um transporte que sirva à sua mobilidade, e se apropriarem de sua gestão para abandonar o viés excludente de exploração capitalista do serviço, e instaurar uma forma de gestão, cobrança e serviço adequados à realização do direito à cidade. É justamente isso o que procura fazer o Movimento Passe Livre. Por isso, é importante observarmos a atuação desse grupo, sua crítica, suas propostas e sobretudo suas práticas de resistência e apropriação do transporte coletivo. Essa é a maneira pela qual pensamos que a ciência pode cumprir seu papel emancipatório: estudando os problemas concretos da realidade e observando a luta dos movimentos sociais contra eles, bem como os impactos de sua atuação, as possibilidades de construção de uma alternativa.
[1] NUNES e BANDEIRA apontam que “as grandes distâncias que separam o Plano Piloto das outras cidades do Distrito Federal funcionam como formas sui generis de controle e de discriminação” (2010; p. 125-6).
[2] CARPINTERO apud QUEIROZ, 2007: p. 65.
[5] BAUMAN, 1999: p. 95.
[6] BAUMAN, 1999: p. 94.
[7] Dados da “Coletânea de informações socioeconômicas” de 2006, feita pela Companhia do Desenvolvimento do Planalto Central (Codeplan). Segundo a mesma fonte, três regiões do Distrito Federal – o Sudoeste, o Lago Sul e o Lago Norte – têm renda per capita superior a 2 mil reais, ou seja, mais de 20 vezes a renda média de quem mora em Itapoã. O IDH do Lago Norte é de 0,933 – maior do que o de países como Suíça, Finlândia, França e Reino Unido. O Lago Sul tem IDH ainda maior, de 0,945, superior ao de qualquer país – quem mais se aproxima é a Noruega, seguida pela Suécia. O dramático contraste entre essas realidades e a de Itapoã mostra bem a brutal territorialização da desigualdade econômica no DF.
[8] Os altos custos do transporte transformam automaticamente o morar na periferia um fator de desemprego, segundo explica Manoel Nascimento, tanto pela dificuldade de locomoção para procurá-lo, como porque as empresas evitam contratar trabalhadores com quem teriam de gastar mais em vales-transporte.
[9] Cozier apud BAUMAN, 1999: p. 77.

De 15 a 27 de março, Brasília vai respirar francês. A cidade acolhe a 14ª edição da SEMANA DA FRANCOFONIA, evento que reúne cinema, música, teatro e diferentes atividades comunitárias e acadêmicas que têm em comum o desejo de celebrar a língua francesa em toda a sua diversidade.
Em 2011 a semana cresceu e oferece uma mostra cinematográfica com 30 filmes, um show que traz pela primeira vez ao Brasil a cantora Berry (celebrada revelação da música na França), apresentações da peça Catharsis, o esperado Bazar (que reúne objetos e produtos de vários países francófonos) e muito mais. Um evento que vai se espalhar por vários espaços da cidade, em clima de confraternização.
Para mais informações acesse o site oficial.
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Para ajudar vocês a se organizarem, segue abaixo a programação oficial do evento organizada (por mim) em tópicos. Para acessar o conteúdo desejado basta clicar na seta à direita. Participem!
Terça, 15/3
Mostra de Cinema: Sala Le Corbusier (Embaixada da França), SESI Taguatinga, SESC (SCS), Caixa Cultural, Aliança Francesa, SESC Gama, UnB – até 27/3 (ver pág. 3)
Quinta e Sexta 17/3 e 18/3
Colóquio Universitário: palestra de Pascal Boniface – UniCEUB (Anfiteatro Bloco B – SEPN 707/907 (ver pág. 19)
Quinta, 19h: Conferência “Evolution géopolitique du monde contemporain, regard sur les espaces linguistiques francophones” (Evolução geopolítica do mundo contemporâneo, olhar sobre os espaços lingüísticos francófonos)
Sexta, 18h: Conferência “Football et mondialisation” (Futebol e globalização). Tradução simultânea em português
Sexta, 18/3
Ditado Animado – Aliança Francesa, às 18h (ver pág. 16)
Inscrições gratuitas até 15/3 pelo site www.lyceefrancais-brasilia..net
Domingo, 20/3
Torneio de futebol – Arena Futebol Clube – das 9h às 13h (ver pág. 17)
Segunda, 21/3
Espetáculo teatral Catharsis, com o grupo En classe et en scène – Teatro Eva Hertz (Livraria Cultura do Shopping Iguatemi) – às 16h e às 20h (ver pág. 17)
Terça, 22/3
Show com a cantora Berry – Caixa Cultural – às 20h (ver pág. 18)
Terça, quarta e quinta, 22, 23 e 24/3
Colóquio Universitário: “Diversidade em francês: língua e cultura sem fronteiras” – Universidade de Brasília – Auditório Roberto Salmeron – Faculdade de Tecnologia FT – das 8h30 às 18h
*Terça, 22/3 às 8h30 – Abertura oficial
10h – Mesa-redonda: “Théâtre, francophonie et enseignement du FLE” (Teatro, francofonia e ensino de língua estrangeira)
14h – Mesa-redonda: “Recto-verso”
16h30 – Soirée poétique (Sarau poético)
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*Quarta, 23/3, 08h30 – “Les arts et la francophonie”(Artes e francofonia)
10h30 – “La langue sans frontière”(Língua sem fronteiras)
14h- “La Francophonie et l’Éducation: opportunités et perspectives” (Francofonia e educação : oportunidades e perspectivas)
Debates abertos ao público
Quinta 24/03
16h: Conferência Bernard Cerquiglini, Reitor da AUF (Agência Universitária da Francofonia).
Tradução simultânea em português
Mais informações: www.francofonia.org.br
Sábado, 26/3
Rally Esportivo-Cultural – partida do Liceu François Mitterrand (708/907 sul) – 9h
Inscrições e regulamento: www.francofonia.org.br
Domingo, 27/3
Bazar da Francofonia – Liceu François Mitterrand – 10h às 18h
Programação completa no site de Cinefrance.
Dia 15/3, Terça
12h – Xalima, a pena – SESC (SCS)
18h – Tilai – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
19h – Você e eu – SESC Gama
20h – Amores imaginários – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
- O Herdeiro – SESI Taguatinga
Dia 16/3, Quarta
12h – Tobruk – SESC (SCS)
19h – Barcelona ou a Morte – SESC Gama
- Caindo no Ridículo – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
20h – Você e eu – SESI Taguatinga
Dia 17/3, Quinta
12h – Poeira Urbana – SESC (SCS)
14h – Madame Brouette – Aliança Francesa
16h – O Papai Noel é um picareta – Aliança Francesa
18h – Tobruk – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
19h – Eu e meu branco – SESC Gama
20h – Bernie – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
20h – Ali Zaoua – SESI Taguatinga
Dia 18/3, Sexta
12h – Tasuma, o fogo – SESC (SCS)
14h – After shave + O preço da inocência – Aliança Francesa
16h – Rastros, pegadas de mulheres – Aliança Francesa
18h – Os barões – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
19h – Desacorrentadas – SESC Gama
20h – Ali Zaoua – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
- Eu e meu branco – SESI Taguatinga
Dia 19/3, Sábado
18h – Os barões – SESC Gama
Dia 20/3, Domingo
18h – Poeira urbana – SESC Gama
Dia 21/3, Segunda
12h – Barcelona ou a morte – SESC (SCS)
14h – Barcelona ou a morte – Aliança Francesa
16h – Operação Casablanca – Aliança Francesa
18h – Desacorrentadas – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
18h – Você e eu – Caixa Cultural
19h – Rastros, pegadas de mulheres – SESC Gama
20h – Jasminum – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
- O preço do perdão – SESI Taguatinga
- As invasões bárbaras – Caixa Cultural
Dia 22/3, Terça
12h – Tasuma, o fogo – SESI Taguatinga
12h30 – Bernie – UnB – Universidade de Brasília
14h – O Papai Noel é um picareta – Aliança Francesa
16h – Memórias entre duas margens – Aliança Francesa
18h – Xalima, a pena – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
19h – Tilai – SESC Gama
20h – Cúmplices – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
Dia 23/3, Quarta
12h30 – A Grande Sedução – UnB – Universidade de Brasília
14h – O Herdeiro – Aliança Francesa
16h – Bernie – Aliança Francesa
18h – Operação Casablanca – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
- A última fuga – Caixa Cultural
19h – After shave + O preço da inocência – SESC Gama
20h – O Papai Noel é um picareta – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
- Bom cop, bad cop – Caixa Cultural
Dia 24/3, Quinta
12h – Os barões – SESC (SCS)
14h – Ali Zaoua – Aliança Francesa
16h – Você e eu – Aliança Francesa
18h – A grande sedução – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
20h – Duas senhoras – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
Dia 25/3, Sexta
12h30 – Os barões – UnB – Universidade de Brasília
14h – Curling – Aliança Francesa
16h – Eu e meu branco – Aliança Francesa
18h – Você e eu – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
19h – Madame Brouette – SESC Gama
20h – Cúmplices – SESI Taguatinga
20h – O Preço do Perdão – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
Dia 26/3, Sábado
18h – Memória entre duas margens – SESC Gama
Dia 27/3, Domingo
18h – Bernie – SESC Gama
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XALIMA, A PENA (Xalima, la plume), França/Senegal, 2003
De Ousmane William M’Baye
Documentário. Duração 51’.
Precursor da música folk senegalesa, Seydina Insa Wade ficou famoso nos anos 70. Nos anos 80 mudou-se para a França, onde passou a apresentar-se em clubes de jazz, e aos poucos foi sendo esquecido por seus conterrâneos. Ao sentir que a juventude senegalesa o conhece mal, decide voltar a Dacar para gravar seus últimos trabalhos. Ousmane William M´Baye acompanhou durante dois anos essa volta ao lar. A amizade que surgiu entre os dois mostra um retrato sensível e pessoal do músico: através de suas confidências e canções, descobre-se um personagem multifacetado, e sempre em movimento.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
AFTER-SHAVE (Beyrouth, après-rasage), França/Líbano, 2004)
De Hani Tamba
Cores. Duração 27’.
Abou Milad é um velho barbeiro ambulante, que perdeu seu salão durante a guerra civil libanesa. Hoje, ganha a vida exercendo seu ofício nos cafés populares de Beirute. Um dia, Monsieur Raymond, que vive recluso num casarão burguês desde a morte de sua mulher, pede para ser atendido por ele.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
ALI ZAOUA, Marrocos- Bélgica- França, 2000
De Nabil Ayouch.
Drama social. Cor. Duração 90’.
Com Hichan Moussoune, Mnounïm Kbab, Mustapha Hansali, Saïd Taghmaouï
Ali, Kwika, Omar e Boubker são meninos de rua. Apesar das dificuldades do cotidiano, uma grande amizade os une. Ali é morto durante uma briga entre bandidos rivais. Seus três amigos agora terão um único objetivo: dar-lhe o enterro que ele merece. Contarão com a ajuda de um adulto, um pescador que tinha ficado amigo de Ali.
Prêmio de público, Amiens 2000. Etalon de Yennenga, Fespaco 2001
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE
BARCELONA OU A MORTE (Barcelone ou la mort), Senegal-França, 2007
De Idrissa Guiro
Cores. Duração 51’.
De um subúrbio de Dakar, partem para a Europa frágeis barcos, o símbolo de uma batalha e de uma pessoa: um pescador privado de seu ganha-pão pela globalização e empurrado a se comprometer com o perigoso negócio de transporte de clandestinos para a Espanha. Os jovens vivem em um país que não consegue oferecer um futuro à sua juventude. Em cada família, todo mundo sonha em partir, a qualquer custo, para alcançar “Barcelona”, uma palavra símbolo do sonho europeu.
Prêmio de melhor filme e de melhor mensagem de direitos humanos no Festival Millenum de Bruxelas, 2009. Melhor primeiro filme no Festival Corsica.doc 2008.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS
O PREÇO DO PERDÃO (Le Prix Du Pardon), França/Senegal, 2001
Ficção. Cor. Duração 90’.
De Mansour Sora Wade
Com Alioune Ndiaye, Dienaba Niang, Gora Seck, Hubert Koundé, James Campbell
Um espesso nevoeiro cobre há vários dias uma aldeia da costa sul do Senegal e impede as pirogas de entrar no mar. O velho religioso da aldeia está moribundo e não pode executar os ritos. Seu filho de 20 anos, Mbanik ganha a confiança da população e cativa a jovem Maxoye. Mas seu sucesso desperta a inveja de Yatma, seu amigo de infância…
*Tanit de ouro Cartago 2002.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
MADAME BROUETTE, França/Canadá/Senegal, 2002
De Moussa Sene Absa
Comédia dramática. Cor. Duração 104’
Com Aboubacar Sadick Bâ, Akéla Sagna, Kadiatou Sy, Ndèye Seneba Seck, Ousseynou Diop
De manhã cedinho no bairro Niayes Thiokeert (“Colina das perdizes”) ouvem-se tiros. Ante os vizinhos que acorreram, Naago cai, perfurado de balas. Aquela que todos chamam de Madame Brouette confessa que matou seu marido. Mas no bairro as mulheres se juntam para elogiar essa mulher jovem divorciada, mãe de uma menina, vendedora ambulante de frutas e legumes. O filme segue o caminho inverso da história, para descobrir o que pode tê-la levado a tal gesto.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
MEMÓRIA ENTRE DUAS MARGENS (Mémoire Entre Deux Rives), França/Burkina Faso, 2002
De Frédéric Savoye, Wolimité Sié Palenfo.
Documentário. Cor. Duração 90’.
Fréderic Savoye e Wolimité Sié Palenfo revisitam a história da colonização francesa na região Lobi, a sudoeste de Burkina Faso. Nessa região, aldeias e famílias ainda estão marcadas pela lembrança desse período doloroso. Comparada aos arquivos dos administradores coloniais, a tradição oral permite restaurar cerca de um século de história, desde a chegada dos primeiros brancos até os dias de hoje. Através de depoimentos transmitidos de geração em geração, o filme desenvolve uma reflexão crítica a respeito da colonização e suas conseqüências individuais, sociais e religiosas.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
EU E MEU BRANCO (Moi et mon Blanc), França/Burkina Faso/Suécia, 2003
De Pierre Yameogo.
Comédia. Cor. Duração 90’.
Com Anne Roussel, Bruno Predebon, Micheline Compaoré, Pierre Loup Rajot, Ray Ainsi Lema
Mamadi, estudante de Burkina Faso e Frank, jovem francês, trabalham como vigias da noite num estacionamento. Através das telas do equipamento de segurança acompanham as idas e vindas, prostituição e tráfico de drogas que acontecem entre o movimento dos automóveis. Uma noite, Mamadi descobre um embrulho abandonado, com drogas e dinheiro. Os dois decidem ficar com ele, mas são perseguidos pelos donos… escondem-se um tempo na casa de Frank, depois voam para Ouagadougou… Nessa aventura, cada um deles vai descobrir o mundo do outro.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
OS BARÕES (Les Barons), Bélgica, 2009
De Nabil Ben Yadir
Comédia. Duração 106’
Com Nader Boussandel, Mourade Zeguendi, Monir Ait Hamou
Em Bruxelas, Hassan, Aziz e Mounir são três amigos que levam uma vida de prazerosa apatia. Auto intitulando-se de “Os Barões”, eles passam os dias vadiando, num torpor sem pressa, zombando uns dos outros e defendendo a curiosa teoria de que quanto menos passos alguém decide tomar na vida, mais rica e mais completa é sua vida interior. Mas, como costuma acontecer, a realidade entra em seus mundos e Hassan, Aziz e Mounir são forçados a lidar com a vida, o amor e o futuro.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
POEIRA URBANA (Poussières de Ville), França/Congo/Senegal, 2001
De Moussa Touré.
Documentário. Duração 52’.
O filme começa com uma imagem surpreendente: sete crianças esfarrapadas vão saindo de debaixo dos tabuleiros em um mercado de Brazzaville, onde passaram a noite. Moussa Touré os descobre e passa a registrar suas perambulações pela cidade, atrás de comida e de pequenos biscates. Aproveitando sua aproximação com as crianças, o cineasta resolve reintegrá-los a suas famílias. Mas o caminho de volta está cheio de dificuldades que revelam o estado da sociedade congolesa.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
RASTROS, PEGADAS DE MULHER (Traces, Empreintes de Femmes), França/Bélgica/Burkina Faso/Senegal, 2003
De Katy Léna Ndiaye.
Documentário. Cor. Duração 52’.
As pinturas murais das mulheres kassenas de Burkina Faso, perto da fronteira com Gana, são famosas pela beleza do traçado e pela harmonia de cor. Interessada no assunto, Katy Léna Ndiaye escolhe comparar tradição e modernidade, através do retrato de três anciãs e da “neta” que elas iniciam nas técnicas ancestrais. Verdadeiro retrato de uma comunidade artística, através do qual se discute a transmissão de ensinamentos, a educação e a memória numa África em mutação.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
JASMINUM, Polônia, 2006
Dir. Jan Jakub Kolski
Comédia romântica. Cor. Duração 107’
Com Janusz Gajos, Gra?yna B??cka-Kolska, Wiktoria G?siewska, Adam Ferency
Ambientado no mundo dos mosteiros do séc. XVII, no limiar entre a realidade e o conto de fada. Três irmãos exalam perfumes: de azereiro, de ameixa e de cereja. O abade acredita que um deles é um santo previsto pela antiga profecia. Os cheiros exalados pelos sacerdotes têm o poder de acordar nas pessoas uma louca paixão. Um dia no mosteiro aparece Natasha – uma jovem restauradora de arte com uma filha de 5 anos, Genia, que narra os acontecimentos. Natasha restaura as obras e cria perfumes. Ela acha que na lenda do mosteiro está a chave para um perfume afrodisíaco. Depois da saída de Natasha e Genia, no mosteiro acontecerá um milagre, diferente do esperado pelo abade.
Vencedor de seis prêmios no Polish Film Awards
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE
TASUMA, O FOGO (Tasuma, Le Feu), França/Burkina Faso/França, 2003
De Kollo Daniel Sanou
Comédia. Cor. Duração 90’.
Com Khalil Raoul Besani, Mamadou Zerbo, Noufou Ouedraogo, Safiatou Sanou
Sogo Sanon, codinome Tasuma, é um antigo atirador que lutou com o exército francês na Indochina e na Argélia. Tasuma espera ganhar sua pensão de aposentadoria depois de vários anos de espera. Quando vai a Bobo para receber encontra seu amigo Khalil, famoso comerciante libanês. Compra dele um moinho a crédito, certo de receber a pensão, querendo ajudar as mulheres da aldeia. Quando volta é recebido como herói. Mas a pensão não chega apesar dos esforços de Tasuma.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE
TILAI, Burkina Faso-France, 1990
De Idrissa Quedraogo.
Drama. Cor. Duração 81’.
Com Ina Cisse, Rasmané Ouédraogo. Classificação livre.
Saga volta a aldeia depois de uma ausência de dois anos. Muitas coisas mudaram. Sua noiva Nogma é agora a segunda esposa de seu pai, mas Saga e Nogma ainda se amam. Contrariando as leis, os dois jovens têm um caso. Kougri, seu próprio irmão, é designado para matá-lo. Este deixa o irmão escapar e Saga refugia-se junto a uma tia, onde Nogma vai viver com ele. Vivem felizes até o dia que Saga fica sabendo que a mãe está morrendo. Ele decide então voltar para a aldeia.
Grande Prêmio do festival de Cannes 1990. Ganhador do Etalon de Yennegna. Prêmio de Melhor Música, Fespaco 1991
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
BERNIE, França, 1996
De Albert Dupontel.
Comédia em Cores. Duração 87’.
Com Alain Libolt, Albert Dupontel, Catherine Samie, Claude Perron, Hélène Vincent
Quando deixa o orfanato, Bernie Noël está com trinta anos e tem como único objetivo conhecer suas origens. Começa então um percurso repleto de emboscadas para esse “garoto” neurótico e desligado do mundo real que vai semear a desordem por onde passar.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS
DUAS SENHORAS (Dans la Vie/Two Ladies), França, 2007
De Philippe Faucon.
Drama em Cores. Duração 73’.
Tendo como pano de fundo a França de hoje, Selima é uma jovem enfermeira árabe. Cansada dos comentários racistas que ouve diariamente, resolve trabalhar como enfermeira particular de Esther, judia e idosa.
Menção honrosa para Philippe Faucon e melhor atriz para Sabrina Ben Abdallah, Ariane Jacquot e Zohra Mouffok no Festival Internacional de Filmes de Amor de Mons (Bélgica)
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
VOCÊ E EU (Toi et moi), França, 2006
De Julie Lopez-Corval.
Romance. Cor. Duração 90’.
Com Chantal Lauby, Eric Berger, Jonathan Zaccai, Marion Cotillard, Julie Depardieu.
Redatora de fotonovela para a revista “Você e eu”, Ariane tende a escrever sua vida amorosa e a de sua irmã Lena, reinventando um pouco. No entanto, suas vidas não têm nada de novela: Ariane fica presa a Farid, que não se interessa por ela, e Lena está entediada com seu namorado, François. Mas, se Ariane se entregasse ao amor de Pablo, o belo operário que trabalha no prédio? E se Lena se apaixonasse por Mark, o violinista prodígio que acaba de encontrar? Entre realidade e fotonovela, as duas irmãs encontrarão o grande amor?
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE
PAPAI NOEL É UM PICARETA (Le Père Noël est une ordure), França, 1982
De Jean-Marie Poiré.
Comédia em Cores. Duração 90’.
Com Bruno Moynot, Christian Clavier, Jacques François, Josiane Balasko, Thierry Lhermitte.
O plantão telefônico “SOS Amizade” parisiense é perturbado na noite de Natal pela chegada de figuras esdrúxulas que provocam catástrofes em cadeia
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
CAINDO NO RIDÍCULO (Ridicule), França, 1996
De Patrice Leconte.
Comédia dramatica em Cores. Duração 98’.
Com Bernard Giraudeau, Charles Berling, Fanny Ardant, Jean Rochefort, Judith Godrèche.
Versalhes, 1780. A corte de Luis XVI e suas antecâmaras, onde estão reunidos o poder e a esperança: o poder dos ministros e dos poderosos do reino, a esperança de centenas de solicitadores oriundos da pequena nobreza. Grégoire Ponceludon de Malavoy chega de sua província natal para obter audiência com o rei e expor um grave problema: a drenagem das Dombes. Mas antes de se aproximar do rei, ele tem que passar pelos cortesãos e duelar com eles com a arma das tiradas espirituosas…
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS
CURLING, Québec, Canadá, 2010
De Denis Côté.
Drama. Cor. Duração 92’
Com Emmanuel Bilodeau, Philomène Bilodeau, Roc Lafortune, Sophie Desmarais
Jean François é pai solteiro e mora numa vila no interior de Québec. À noite, trabalha em um boliche deserto e, de dia, em um hotel decadente. Temeroso que sua filha de 12 anos, Julyvonne, seja machucada pela sociedade como ele foi, faz o que pode para isolá-la em casa. Mas alguns acontecimentos inesperados colocam em risco o frágil equilíbrio da relação: um menino desaparece de casa e Julyvonne descobre cadáveres na mata próxima. No entanto, o encontro com um tigre pode ajudá-los a se libertar de suas próprias prisões.
Leopardo de Melhor Direção no Festival de Locarno.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS
DESACORRENTADAS (Déchâinées), Suíça, 2009
De Raymond Vouillamoz
Drama. Cor. Duração 90’
Com Adèle Haenet, Irene Jacob, Paolina Biguine e Yvette Théraulaz.
Lucie, uma jovem estagiária, descobre que uma notória militante do período do movimento de liberação das mulheres em Genebra seria sua verdadeira avó. O silêncio da família suscita sua curiosidade e contra a vontade de sua mãe, lança-se à busca da mulher para desenterrar o segredo de família.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS
AMORES IMAGINÁRIOS (Les Amours imaginaires), Québec, Canadá, 2010
De Xavier Dolan.
Romance. Cor. Duração 95’
Elenco: Monia Chokri, Niels Schneider, Xavier Dolan
Francis e Maria são amigos inseparáveis. No entanto, suas vidas mudam quando conhecem Nicolas, charmoso rapaz do interior que acaba de se mudar para Montreal. Um encontro se sucede a outro – seriam eles imaginários? – e os três logo se tornam um grupo inseparável. Mas Francis e Marie, ambos apaixonados por Nicolas, desenvolvem fantasias obsessivas em torno de seu objeto de desejo comum. À medida que atravessam as típicas fases da paixão, embarcam numa verdadeira disputa pela atenção do rapaz, comprometendo sua antiga amizade.
Mostra Un Certain Regard Cannes 2010.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS
A ÚLTIMA FUGA (La dernière fugue), Québec, Canadá/Luxemburgo, 2010
De Léa Pool.
Drama. Cor Duração 92’
Com Jacques Godin, Andree Lachapelle, Yves Jacques, Aliocha Schneider
Como todo ano, a família Lévesque se reúne para sua tradicional celebração natalina. Mas desta vez o clima é outro: o patriarca está sofrendo de mal de Parkinson e suas recomendações médicas estritas tiram um pouco do brilho da festa. Nos meses que se seguem, a família fica dividida entre seguir as recomendações rígidas do neurologista ou preservar os pequenos prazeres do pai em seus últimos anos de vida. Mas o amor de sua devotada esposa, a cumplicidade do filho mais velho e do netinho Sam lhe trazem uma felicidade inédita. Adaptado de Une Belle mort, de Gil Courtemanche.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS
A GRANDE SEDUÇÃO (La Grande séduction), Québec, Canadá, 2003
de Jean-François Pouliot
Comédia. Cor. Duração 108’
Direção: Jean-François Pouliot
Com David Boutin, Lucie Laurier e Raymond Bouchard
A ilha Saint Marie La Mauderne tem apenas 130 habitantes e parece ser um lugar abandonado à própria sorte. Há quinze anos as atividades pesqueiras deixaram de existir, estagnando a vida dos moradores. Os ex-pescadores vivem de uma aposentadoria precoce que recebem do governo. Germain (Raymond Bouchard) percebe que estão chegando ao limite quando sua mulher recebe uma oferta de emprego no continente, e ele descobre o prefeito e sua família fugindo da ilha. A única esperança está numa fábrica que pretende se instalar no local. Mas a exigência da empresa é que se tenha um médico residente na ilha. Germain bola um plano de espalhar folhetos por toda a Quebec dizendo as ‘vantagens’ de morar na ilha e assim trazer um médico. Para transformar o vilarejo ele convoca todos os moradores a fazer uma verdadeira revolução, mudando tudo para conquistar um jovem médico.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
BON COP, BAD COP, Canadá, 2006
De Erik Canuel
Ação, comédia, policial. Cor. Duração 116’
Com Sarain Boylan, Richard Howland, Nicolas Canuel, Hugolin Chevrette-Landesque, Fayolle Jean, Manon Brunelle,
Martin Ward e David Bouchard não poderiam ser mais diferentes. Um fala inglês e veio de Toronto e o outro fala francês e veio de Québec. Um obedece a lei, o outro faz sua própria lei. Mas quando eles são forçados a trabalharem juntos em uma investigação, precisaram aceitar a diferença de cada um e resolver o difícil mistério.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS
AS INVASÕES BÁRBARAS (Les invasions Barbares), Canadá, 2003
De Denis Arcand
Drama. Cor. Duração 112’
Com Rémy Girard, Stéphane Rousseau, Dorothée Berryman, Louise Portal.
À beira da morte e com dificuldades em aceitar seu passado, Rémy (Rémy Girard) busca encontrar a paz. Para tanto recebe a ajuda de Sébastien (Stéphane Rousseau), seu filho ausente, sua ex-mulher e velhos amigos
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS
CÚMPLICES (Complices), Suíça/França, 2009
De Frèdèric Mermoud
Policial, suspense. Cor. Duração 93’.
Com Gilbert Melki, Emmanuelle Devos, Nina Meurisse e Cyril Descours
Desde a primeira troca de olhares, em um cybercafé, Vincent e Rebecca se amaram. Jovens de apenas 18 anos, encaravam a vida com despreocupação. Dois meses depois, entretanto, o corpo de Vincent é achado dentro do rio Rhône e Rebecca está desaparecida. O agente Hervé Cagan e sua parceira Karine Mangin estão encarregados da investigação. Enquanto tentam reconstruir a história de amor que ligava a vida e a morte de Vincent e Rebecca, Hervé e Karina são confrontados às falhas de suas próprias vidas.
Ganhador da placa de ouro no Festival de Chicago de 2009 na categoria “Novos diretores”.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS
Notadocomprimido: não estamos recebendo nada por divulgar este evento. Como se adequa ao nosso conteúdo e chegou pelo email do site fico feliz em estar promovendo esta iniciativa.

Neste domingo (12/09) foi organizado, em Planaltina, a 5ª Parada do Orgulho LGBTS, organizada pela Associação de Gays, Lésbicas e Simpatizantes do Distrito Federal e Entorno.
Um vídeo (acima) feito pelo relações públicas Júlio Cardia, 26 anos, mostra Arismar Gomes e Luiz de Jesus dos Santos, manifestantes, sendo agredidos por policiais no final do evento. As imagens ainda captam o momento em que os policiais exigem que o produtor de moda Pedro Fistarol, que trabalhava no evento, apague as fotografias que havia tirado no momento da prisão. Arismar garante que um dos policiais o ameaçou de morte. “Dentro do carro ele dizia ‘Eu vou te matar’. A gente também apanhou dentro da delegacia.”
Acusados de desacato à autoridade, Luiz e Arismar foram levados até a 12ª Delegacia. Baseada no boletim de ocorrência, a delegada Patrícia Pelcerman afirma que a polícia tentou separar uma briga entre o casal. Não conseguindo, teve de prendê-lo. “O boletim também diz que, no caminho, eles xingaram os policiais.” Questionada sobre a violência sofrida pelos dois na delegacia, Patrícia foi enfática: “Eu não presenciei”.