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	<title>OCOMPRIMIDO.COM &#187; 2010</title>
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	<description>Sua dose diária de contra-informação</description>
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		<title>Abrindo o voto. Porque votar no 13 no segundo turno</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 13:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nas eleições, acredito que devemos votar no partido pelo qual temos maior afinidade. Independente da possibilidade de vitória de seu candidato. Votei e votaria novamente em Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL. Contribuí para o segundo turno entre o PT e o PSDB? Tecnicamente não, os 1% que ele recebeu não mudariam a eleição. Infelizmente.  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1627" class="wp-caption aligncenter" style="width: 253px"><img class="size-full wp-image-1627 " title="opcao-psol" src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2010/10/opcao-psol.jpg" alt="" width="243" height="243" /><p class="wp-caption-text">No primeiro turno, você tinha opção. Agora não.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Nas eleições, acredito que devemos votar no partido pelo qual temos maior afinidade. Independente da possibilidade de vitória de seu candidato. Votei e votaria novamente em Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL.</p>
<p style="text-align: justify;">Contribuí para o segundo turno entre o PT e o PSDB? Tecnicamente não, os 1% que ele recebeu não mudariam a eleição. Infelizmente.  E daí se tivesse contribuído? As eleições não podem ser uma disputa dos vermelhos contra azuis. Eleição é a oportunidade para o embate das ideias, a disputa de ideologias. E isso não acontece. E não acontece porque o governo de composição do PT (PT/PMDB/etc) decidiu não discutir. E pagou o preço por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa polarização inventada pela mídia e pelos partidos não existe, não temos somente opção A ou B, temos C, D, E, como aliás ficou muito bem demonstrado. Irmos para o segundo turno não indica uma &#8220;vitória da direita tucana&#8221;, mas somente que nem todos estão 100% satisfeito com a agenda petista. Algumas coisas melhoraram nos últimos anos? Sim. Outras não.</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo turno, a situação muda. No primeiro momento, pensei em votar nulo. Esses candidatos não me representam, ponto final. Mas a realidade não é assim tão simples. Reproduzo abaixo alguns argumentos para votar no 13 neste segundo turno, via <a href="http://www.bodega.blog.br/anacronicas/abrindo-o-voto-porque-vou-votar-no-13/" target="_blank">bodega</a>. Ainda não decidi meu voto, estou apenas tentando ampliar o debate.</p>
<p style="text-align: justify;">Não. Não estou contente com a permanência há décadas no poder de  gente do naipe de  José Sarney, Jader Barbalho, Fernando Collor e alguns  tantos outros aliados deste – e de outros governos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não. Não acho que são melhores que eles Kátia Abreu, Tasso  Jereissati, ACM Neto, Arthur Virgílio, Heráclito Fortes, Jorge  Bornhausen e afins.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada pessoal. Digamos que, politicamente, eu e os supracitados temos  prioridades diferentes. Se fosse na casa do Biguebróder, eu os  eliminaria alegando “falta de afinidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">Sejamos, pois, cordiais.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1624"></span>Sou crítico do governo Lula da mesma forma que reconheço os (muitos) avanços de sua gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">Fui (mais) crítico do governo FHC da mesma forma que reconheço os (menos) avanços de sua gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas nem Lula nem FHC concorrem à presidência.</p>
<p style="text-align: justify;">O que temos agora é Dilma e o PT versus Serra e o PSDB. O PT também  tem o PSB, PCdoB e outros. O PSDB também tem o DEM e alguns. Cada um tem  um pouquinho de PMDB porque o PMDB sempre tem um pouquinho de tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempo: neste segundo turno, minha campanha é mais ANTI-SERRA do que PRO-DILMA. Vou votar no 13 pelos seguintes motivos:</p>
<p style="text-align: justify;">1-  Serra <strong>explicitamente</strong> declarou-se contra os  processos de conferência  (educação, saúde, comunicação, direitos  humanos), que vêm acontecendo  desde o governo FHC e que foram  responsáveis pela proposição e  monitoramento de diversas políticas  públicas. Participei de muitas nas  organizações de que participo e  defendo que suas propostas (especialmente as que dizem respeito à  legislação) sejam amplamente discutidas no congresso e definitivamente  aplicadas.</p>
<p style="text-align: justify;">2- Serra <strong>explicitamente</strong> declarou-se contra o Plano  Nacinoal de Direitos Humanos (PNDH-3), que  estabelece uma série de  diretrizes para as políticas de direitos humanos  no Brasil. Este  documento (mais um produzido com grande  participação da sociedade  civil) é uma referência para diversas  políticas. Por conveniência e  para fazer jogo de cena com seus parceiros  militares, igrejistas e  radiodifusores, Serra vem esculhambando o PNDH.</p>
<p style="text-align: justify;">3- Serra <strong>explicitamente</strong> declara-se contra   investimentos em comunicação pública (como a TV Brasil), e contrário a   políticas de democratização da comunicação  propostas tanto no  PNDH-3  quanto na I Conferência Nacional de Comunicação, que reuniu inclusive  diversos empresários do ramo. Contra a Confecom, por exemplo Serra uniu  forças com a Associação Nacional dos Jornais e a Associação Brasileira  de Radio e Televisão. Note que não se tratam de organizações que lutam  pela liberdade de expressão ou pelos direitos de jornalistas, mas de  instituições patronais corporativas que detém o controle dos meios de  comunicação – com o aval dos governos – há décadas e décadas;</p>
<p style="text-align: justify;">Como  vocês vêm, não estou falando de boatos ou suposições. Não estou   comparando governos nem fazendo concurso de simpatia. O fato é que eu e   os movimentos de que participo temos pautas diametralmente opostas ao   que o candidato José Serra (que pode ser honesto, bom pai, simpático,   bom tocador de violão e tudo mais) promete praticar.</p>
<p style="text-align: justify;">Por conta disso,  simplesmente não dá para corroborar com sua  candidatura, muito menos  abster-se de contribuir para sua derrota.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se trata de votar no “menos ruim”, mas de salvaguardar avanços  democráticos da atual gestão sem perder de vista que a luta por direitos  e justiça social tem que ser feita no dia a dia e não apenas no período  eleitoral.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>TV Plínio &#8211; Distribuição da Riqueza</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Sep 2010 07:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[via @projetosocialista Na dose homeopática dessa semana, tenho o prazer de apresentar a TV Plínio, onde meu candidato à presidência da República aborda as principais propostas do PSOL para o país. O tema deste programa é a Distribuição da Riqueza. Plínio Arruda Sampaio, Hamilton Assis e Guilherme Delgado discutem a necessidade de uma política econômica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/themes/retromania/retromania/images/CHAMADA-homeopatia.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">via <a href="http://www.youtube.com/user/ProjetoSocialista" target="_blank">@projetosocialista</a></p>
<p style="text-align: justify;">Na dose homeopática dessa semana, tenho o prazer de apresentar a TV Plínio, onde meu candidato à presidência da República aborda as principais propostas do PSOL para o país. O tema deste programa é a Distribuição da Riqueza. Plínio Arruda Sampaio, Hamilton Assis e Guilherme Delgado discutem a necessidade de uma política econômica que desconcentre a riqueza e a renda no país.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HIqOILVmVtg?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="320" src="http://www.youtube.com/v/HIqOILVmVtg?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Até lá!</p>
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		<title>Plínio: &#8220;Candidato jovem, campanha jovem&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 06:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thigo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/themes/retromania/retromania/images/CHAMADA-dosediaria.jpg" alt="" /></p>
<div id="attachment_1447" class="wp-caption aligncenter" style="width: 415px"><img class="size-full wp-image-1447 " title="plinio-50" src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2010/08/plinio-50.jpg" alt="" width="405" height="310" /><p class="wp-caption-text">Plínio de Arruda, em debate com estudantes da UnB. Foto: Mariana Costa</p></div>
<p style="text-align: justify;">“Nós vamos inovar nessa campanha. Vamos ser a mocidade dela. Candidato jovem, campanha jovem”, brinca Plínio de Arruda Sampaio, pré-candidato a presidência da República pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Em encontro com estudantes da Universidade de Brasília (UnB) nesta quarta-feira (25/08), o candidato conversou sobre o uso do twitter e temas gerais como a redução da jornada de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">A sabatina começou às 18horas, diante de um público de aproximadamente 150 pessoas. Plínio começou destacando que sua candidatura “é um contra-ponto à mesmice”. Para o candidato, o brasileiro estaria “anestesiado” com os avanços sociais do governo Lula, “Esta pessoa, que saiu das classes C e D nos últimos anos e agora, por exemplo, tá levando uma geladeira pra casa, ela não tem muita consciência do que representa a escola absolutamente sucateada do filho dela. No Brasil, metade dos jovens são analfabetos total ou funcional. Ela não percebe que para conseguir um exame médico no SUS ela precisa 4, 6 meses. Que a violência está aumentando. Então o que a gente vive é uma realidade muito enganosa”.</p>
<p style="text-align: justify;">“A nossa candidatura vai fazer uma tarefa dificílima, quase impossível, que é dizer o seguinte: olha pessoal, tá bom desse jeito, ninguém tem nada contra isso, mas tem que ver o outro lado”, completou.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1446"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OCOMPRIMIDO realizou duas perguntas ao candidato:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. Quais são as principais dificuldades da mídia alternativa e o que podemos fazer para superá-las?<br />
2. Como aumentar o salário mínimo para R$2000 e reduzir a jornada de trabalho sem gerar um surto inflacionário no país?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Levante a mão quem tuíta”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Ora, mas vocês são uns velhos, atrasados, estão vivendo no século passado, estão por fora!”, divertiu-se o candidato ao constatar que somente metade da platéia havia levantado a mão. “O twitter é fundamental, e eu dou uma importância imensa, porque eu mando para você uma mensagem e você responde ali, na hora. Você nao é influenciado por ninguém. É o que você pensa que chegou. Não tem censura, filtro nenhum. Bateu, voltou. Isso é extremamente importante para mim como homem público. Todos precisamos ter twitter para democratizar a informação”.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A maior dificuldade hoje é o monopólio. Nós temos 7 meios de comunicação de massa que controlam tudo. Então precisamos quebrar esse monopólio, democratizar, apoiar os pequenos jornais. A palavra chave para isso, hoje, é o twitter, é a internet&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“É preciso que o homem tenha uma hora para ouvir música, jogar conversa fora”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a jornada de trabalho, Plínio defendeu que existe uma capacidade industrial ociosa no Brasil, e que a redução não geraria inflação.  Além do motivo econômico, entretanto, ainda existiria uma razão ideológica para defender o projeto, “Nós existimos para viver, explorar os potenciais da nossa existência. A alegria da vida está em realizar aquilo que nos dá prazer. Não somos escravos do capital. Se com isso (a diminuição da jornada) não teremos o padrão de consumo dos Estados Unidos, que os americanos se divirtam com esse padrão”.</p>
<div id="attachment_1448" class="wp-caption alignright" style="width: 341px"><img class="size-full wp-image-1448 " title="plinio-502" src="http://ocomprimido.tdvproducoes.com/wp-content/uploads/2010/08/plinio-502.jpg" alt="" width="331" height="298" /><p class="wp-caption-text">&quot;Não iremos fazer concessão nenhuma para ganhar voto&quot;. Foto: Mariana Costa</p></div>
<p style="text-align: justify;">Plínio defendeu a tributação das grandes fortunas de maneira progressiva, para que os mais ricos paguem mais impostos. Também defendeu que os bens de consumo sejam isentos de tributação, “Você compra esse vidrinho d’água aqui e você paga a mesma coisa que um Antônio Ermírio de Moraes ou do Eike Batista. Para o Eike Batista ou para o Ermírio de Moraes não tem nem vírgula com tanto zero para dizer o que isso representa. E para um homem que ganha salário mínimo, isso não é possível, ele não tem o dinheiro pra comprar. Porque se ele comprar é um percentual enorme da renda dele. Esse imposto nós vamos mexer, de maneira a isentar aqueles bens que são de consumo e encravar fortemente os outros”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Existe um monopólio da informação”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para o candidato do PSOL, o aumento de vagas no ensino superior não é simplesmente uma iniciativa do governo, “Qual o pensamento da burguesia? Nós precisamos aumentar o número de pessoas com formação superior. Porque se nós tivermos poucos universitários, eles vão exigir um preço muito elevado pelo seu trabalho. Então se universaliza a educação superior, mas rebaixando a sua qualidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Plínio, “foram escolhidos alguns países, pelo Banco Mundial, para receber um auxílio e multiplicar o número de universitários que eu chamo de “meia-boca”. É o universitário que tem apenas uma especialização. O que sabe, por exemplo, um engenheiro de conteiner? Ele sabe otimizar o desenho de um conteiner. Mas e se pedir para ele otimizar a carga de um navio? Ele não sabe. Agora, e se o projeto precisar ter o navio, o conteiner e outra coisa? Quem vai organizar isso? Ah sim, esse é o profissional do primeiro mundo. Esse é o profissional formado em Harvard, Cornell, formado na Sorbonne, formado nas grandes universidades”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Não estou propondo um liberou-geral”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Questionado sobre a legalização da maconha, Plínio explicou que o PSOL ainda não possui uma posição fechada sobre o assunto, mas que já conversou com especialistas de todo o Brasil. “Existem drogas culturais, como fumo, bebida. E existem drogas sintéticas, que são objeto de aplicação capitalista. Essas tem que combater com a polícia. E para poder combater essas com eficácia, é preciso não confundir, não podemos perseguir a juventude em algo que não tem nenhum efeito de dependência real, tem que liberar as demais”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o candidato, o problema não está na droga, e sim no usuário, que deve receber ajuda, “o problema da dependência não é a droga, é o problema interno da pessoa, da necessidade de fuga. Se ela fugir para o álcool, vira alcóolatra. Se ele fugir para a maconha e a droga não fizer nada, ele vai procurar uma droga mais pesada. Por isso a maconha é porta de entrada. Então o problema é a maconha? Não. É ele. O que precisa é um enorme sistema de atenção a quem manifesta sintomas de dependência”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Em breve disponibilizaremos um arquivo de áudio completo com tudo que aconteceu na entrevista.<br />
Até lá!</em></p>
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