

A PM montou uma operação de guerra. Todas as ruas da região foram ocupadas para dificultar a dispersão dos moradores.
Pelo menos 2000 PMs estão na operação. Moradores foram pegos de surpresa e os líderes algemados. A PM prendeu o Senador Eduardo Suplicy, o Deputado Federal Ivan Valente e o militante sindical Zé Maria numa escola, impedindo que os mesmos pudessem tentar intermediar uma possível solução sem a invasão das forças de repressão.
Como disse o rapper EMICIDA através do seu twitter, “O #pinheirinho é a guerra de canudos do século 21, força ao povo neste momento onde os porcos agiram com as suas artimanhas sórdidas!!”
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Há muito otimismo em torno do Brasil, principalmente na mídia internacional e por setores do governo. É bom manter a fé no futuro, mas para isso é preciso prestar atenção ao presente. Segue análise de Paulo Kliass, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, carreira do governo federal e doutor em Economia pela Universidade de Paris 10. Via Viomundo.
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Enquanto alguns preferem ficar comemorando as notícias de que PIB brasileiro poderia ter ultrapassado o da Inglaterra, acho que deveríamos todos é estar mais preocupados com a continuidade do processo de desindustrialização de nossa economia.
A situação não é para brincadeira, pois o quadro é trágico! A cada dia surgem mais notícias e avaliações relativas à perda relativa de competitividade da indústria brasileira. São muitas as evidências de que as decisões de ampliação do investimento produtivo tendem a preferir a opção por território estrangeiro para a instalação industrial e apenas o destino das mercadorias para simples consumo em nossas terras.
Os casos mais simbólicos são políticas empresariais como as da mega corporação Vale, que exporta minério de ferro bruto extraído de nosso subsolo sob concessão da União e importa os produtos manufaturados para seu próprio uso. É o que ocorre com os trilhos comprados para suas ferrovias ou os super cargueiros encomendados para transporte de minérios – na grande maioria dos casos importados da China.
Muitos setores festejam os impressionantes números obtidos com as exportações de pindorama, que contabilizaram quase uma centena de bilhões de dólares em nossa balança comercial no ano que se encerrou.
Mas o conjunto de nosso País lamenta, de outro lado, os igualmente expressivos valores das importações. Com o péssimo agravante de que vendemos produto primário barato e compramos produtos manufaturados de maior valor agregado. Até parece que os responsáveis pela nossa política econômica e industrial esqueceram tudo o que devem ter lido e estudado sobre as chamadas trocas desiguais no capitalismo, em especial os prejuízos causados aos países de menor grau de industrialização.
Agora, recentemente, foram divulgadas informações que são ainda mais carregadas de expressivo simbolismo. Ao longo de 2011, essa mesma lógica chegou a atingir um setor que durante muito tempo foi considerado como “genuinamente brasileiro”. No ano passado, o Brasil mais importou do que exportou café moído! Ou seja, continuamos com a velha e burra política de vender café verde em grãos, de baixa qualidade, sem ter conseguido dar um salto à frente nos processos crescentes de café torrado e moído de maior qualidade, de acordo com exigência do mercado internacional.
E pior: passamos a importar esse tipo de café manufaturado e com maior valor agregado do resto do mundo, em volumes mais altos do que vendemos lá fora. Uma loucura! No concreto, isso significa redução de investimento em novas plantas industriais aqui dentro, com a conseqüente geração de emprego e renda lá fora.
Apesar de ser um processo complexo e de múltiplas causas, há dois fatores que são os mais determinantes na conjuntura atual para explicar a desindustrialização. São eles a nossa conhecida duplinha dinâmica: câmbio e juros. A questão é tão evidente que chega mesmo a causar espanto a forma irresponsável como os diversos governos têm enfrentado esse importante problema.


Algum ovolactovegetariano(a) aí que está a fim de participar de um reality show do ViSta-se? (sem câmeras nem nada, calma, é mais simples).
Procuramos 4 pessoas para participar de um reality show de 5 meses, que lançaremos em breve.
Requisitos:
- ser ovolactovegetariano (ou lacto vegetariano)
- desejar se tornar vegano no início de 2012
- compromisso por 5 meses
- disponibilidade para postar fotos e pequenos textos com certa frequência (talvez semanalmente).
Convite em vídeo
Você acha que se enquadra?
Comente esta publicação na nossa Fan Page (aqui), é de lá que vamos escolher os participantes. Serão 5, no total, 1 já está escolhido e será revelado em breve.
No final dessa brincadeira toda, haverá prêmios. Simbólicos, lógico.
Fonte: email diário do ViSta-se. Retirado do site Vegass.

Como seriam as capas das principais revistas brasileiras se elas, bem, err, fossem 100% sinceras com o leitor?
Como todo produto, a intenção de uma revista é que alguém a compre. Ou pelo menos essa é a realidade para a assim chamada grande mídia brasileira. E aí vale apelar para estratégias de marketing, oferecer prêmios, inventar notícias ou deixar claro toda semana que sua editora não gosta do Lula.
Será que alguma das revistas abaixo seriam lidas sem esse tipo de apelo?

Continue vendo as capas de revista no blog original: clique aqui.