
Via blogdonoblat*
A lei está sendo alvo de abuso, escárnio e deboche no Distrito Federal. E sob o olhar complacente da Justiça.

Roriz ou Weslian? Ah sim, tanto faz.
Joaquim Roriz, candidato ao governo pela quinta vez, teve o registro de sua candidatura negado pelo Tribunal Regional Eleitoral e o Tribunal Superior Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa. Entretanto, na semana passada o Supremo Tribunal Federal, por cinco votos contra cinco, decidiu nada decidir sobre a validade da Lei para as eleições deste ano.
Acendeu a luz vermelha no comando da campanha de Roriz.
E se mais adiante o Supremo concluir que a lei valeu, sim? Ele poderia ser eleito, mas não ser diplomado. Então Roriz renunciou à candidatura e escalou a própria mulher para seu lugar.
“Vote em Roriz”, sugerem cartazes de campanha e o ex-candidato em comícios e na televisão. A mulher é citada como sua representante. Roriz repete que estará sempre ao lado dela. E que se for convocado caso ela se eleja, ocupará cargo no governo.
A Justiça não teve mais tempo para tirar o nome, o número e a foto de Roriz da programação das urnas eletrönicas.
Quantos milhares de eleitores não votarão em Roriz pensando que ele ainda é candidato?
Quantos não votarão convencidos de que o governador de fato será ele?
A Justiça permanecerá inerte diante de tentativa de fraude tão escandalosa?
*OCOMPRIMIDO escolheu apenas alguns trechos do texto. Para ler este artigo na íntegra, clique aqui.

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Continuando a série de denúncias ao consumidor, iremos tratar hoje de um assunto muito sério: alimentos transgênicos.

Nada como um frankstein no café-da-manhã
Antes de começarmos a falar sobre o assunto, vamos definir o que são transgênicos:
Alimentos transgênicos são aqueles cujas sementes foram alteradas com o DNA de outro ser vivo (como uma bactéria ou fungo) para funcionarem como inseticidas naturais ou resistirem a um determinado tipo de herbicida. O mesmo vale para animais. Há um salmão, por exemplo, que recebeu genes de porco para engordar mais rápido.
Onde mora o problema
A definição é simples. O objetivo, nem tanto. A grande questão é que, ao contrário do que é propagandeado, a maioria dos alimentos geneticamente modificados são alterados para serem resistentes a um determinado herbicida, da marca X. A intenção não é nem nunca foi parar de usar herbicida. O objetivo é que as grandes empresas do setor controlem ainda mais o mercado.
Se antes o agricultor poderia comprar o grão de dezenas de empresas e o herbicida de outras centenas, hoje ele compra a semente Monsanto, que só se desenvolve com o herbicida Monsanto e fertilizante Monsanto. Legal não?
Esse herbicida modificado, “mais potente”, nada mais é do que altas doses de veneno. Numa situação normal, isso mataria qualquer vida que houvesse ali. Como a planta é transgênica, apenas ela sobrevive. Essa é a “eficiência” desse tipo de produto.