Estudo avalia rendimento dos cotistas da UnB

Maria Eduarda Tannuri, professora da UnB que tocou a pesquisa. Foto: Renata Rusky

O desempenho acadêmico de três mil estudantes foi matéria-prima de pesquisa sobre a política de cotas raciais da Universidade de Brasília, realizada pelo Departamento de Economia da UnB em parceria com a Emory University, dos Estados Unidos. O resultado obtido foi que o rendimento dos cotistas, em uma escalada zero a cinco, é apenas 0,14 pontos menor do que o dos não-cotistas.

A UnB adota o sistema de cotas raciais desde o segudo semestre de 2004, mas o tema ainda divide opiniões entre os estudantes. Para Victor Alexandre, de Ciências Contábeis e cotista, a política de cotas não é uma solução para longo prazo: “Não gosto de políticas imediatistas. Se investíssemos na educação nas periferias, por exemplo, haveria um acréscimo dos negros na universidade da mesma maneira”.

Victor reconhece, entretanto, aspectos positivos no sistema. “A minha opinião se tornou um pouco mais favorável depois que eu fiz um trabalho sobre o assunto. O objetivo, pelo que eu entendi, é incluir os negros na produção intelectual e nos lugares de destaque do país. Se você vai a um hospital, ou mesmo aqui na Universidade, por exemplo, você quase não encontra negros. A partir do momento que os negros passarem a ser referência, isso vai estimular o esforço das pessoas”, afirma.

Já Pedro Henrique Barroso, estudante de Publicidade e cotista, explica que o foco da política é outro: “Acho que o principal não é resolver a questão do negro na universidade, porque a porcentagem de negros no Brasil é muito maior do que a porcentagem de negros no ensino superior. Mas ela cria uma discussão sobre esse tema, antes relegado a segundo plano pela sociedade”.

Sobre os resultados, o estudante de Publicidade avalia que são naturais: “O vestibular não avalia corretamente o estudante, tanto é assim que, dadas as mesmas oportunidades, vimos que os resultados são os mesmos. Como não há diferença entre negros e brancos, todas as suas potencialidades se desenvolvem na Universidade, e o resultado final é praticamente igual”, explica.

PSDB

“Era uma chapa muito engraçada
Não tinha vice, não tinha nada
Ninguém queria entrar nela não
Porque se entrarem então perderão
Fazê-la avançar ninguém podia
Quanto mais na TV, mais ela caía
Tudo fizeram para ele crescer
Até inventaram um tal dossiê
Arregimentaram os demos e o PSDB
Contrataram trols e gente na TV
Mas por mais que a chapa crescer tentasse
Por mais que a folha mentisse e grasnasse
Por mais que veja manipulasse
O povo achava que era trololó
E seu desempenho era de fazer dó
Se você quiser ver a chapa com muito afinco
Vá à rua dos bobos, quarenta e cinco!”

Por Leider Lincoln, via Intense Debate

Pirenópolis, lá vamos nós!

A máscara de boi é o símbolo das cavalhadas, festividade da cidade

Lembram-se de quando eu fui para Catalão? (http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2009/12/catalao-um-canteiro-de-obras/)

Pois bem, dessa vez o destino é Pirenópolis. A história é a seguinte: todo semestre a disciplina “Técnicas de Jornalismo”, aqui da UnB, organiza uma viagem para uma cidade do país – para a produção de uma revista online. Desta vez, eu sou o monitor da turma! Ao invés de produzir uma reportagem, irei acompanhar os estudantes em todo o processo de apuração e produção das notícias.

Viajo amanhã e só volto no domingo (20/06/10). Até lá, tentarei atualizar o twitter, mas o blog ficará parado. Tentarei também produzir uma matéria, vamos ver se arrumo tempo para produzir algo interessante.

Até lá!