
Do DailyMail, tradução livre.
O surto de gripe suína era uma “falsa pandemia” movida por empresas de medicamentos que fizeram bilhões de libras através do pânico em todo o mundo, alegou um importante especialista europeu em saúde.
Wolfgang Wodarg, chefe de saúde do Conselho da Europa, acusou os fabricantes de medicamentos e vacinas da gripe de influenciar a decisão da Organização Mundial de Saúde de declarar uma pandemia.
Isto levou a que as empresas farmacêuticas assegurassem “enormes lucros”, enquanto os países, incluindo o Reino Unido, “desperdiçaram” seus parcos orçamentos da saúde com milhões que estão sendo vacinados contra uma doença relativamente branda.
A resolução proposta pelo Dr. Wodarg pedindo uma investigação sobre o papel das empresas de droga foi aprovada pelo Conselho da Europa, o “senado” baseado em Estrasburgo que é responsável pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

Por Luiz Carlos Azenha, do Viomundo
A TV Bandeirantes colocou uma “reportagem” inacreditável no ar. Assinada pelo repórter Sandro Barboza, de São Paulo, ela é mentirosa do início ao fim. Nunca vi algo assim, em quase 40 anos de carreira.
Trata de um texto como se fosse lei aprovada, deturpa completamente o conteúdo e entrevista uma única pessoa. Nem o regime militar mentiu de forma tão descarada.
A “reportagem” começa com o seguinte texto, lido por Boris Casoy:
O novo decreto de Direitos Humanos do governo federal é criticado pela sociedade e até mesmo por ministros de estado. A lei estabelece censura aos meios de comunicação, atenta contra o direito de propriedade e ainda liberdade religiosa. Especialistas consideram o projeto o primeiro passo para um regime ditatorial.
Por Alfredo Zaiat, no Página 12
O conceito de independência do Banco Central se instalou no debate econômico como um valor que suplanta as instituições democráticas. É uma ideia que permite ocultar a influência que exerce o poder financeiro sobre as autoridades da entidade monetária. Se trata de uma concepção conservadora e corporativa do desenho da política econômica que a ortodoxia conseguiu impor ao senso comum da sociedade.
Tão contundente foi essa vitória que até dirigentes de centro-esquerda a defendem em peculiares construções discursivas. É misterioso esse triunfo cultural de considerar a independência do Banco Central como uma estratégia sensata. Dois antecedentes recentes ensinam que essa autonomia provoca fabulosos descalabros econômicos e sociais.
Essa independência, ou seja, ter a capacidade de instrumentalizar uma estrutura normativa de pouco controle dos bancos e favorável aos interesses dos banqueiros esteve em seu apogeu máximo no momento do desencadeamento de duas crises extraordinárias: o debacle de Wall Street com a crise do subprime e a quebra da Argentina, com o “corralito” e a pesificação assimétrica. Estes antecedentes deveriam causar o questionamento da “independência” do Banco Central.