“Noite sagrada uma ova!”: o Natal dos nazistas em exposição

Por Faith Thomas, do site de-world.de

Celebrar o nascimento de um menino judeu, na Alemanha nazista, era impensável: a saída dos nacional-socialistas foi instrumentalizar o Natal, descristianizando-o. Certas mudanças perduram até hoje. Exposição em Colônia esclarece.

O Natal é o ponto alto no calendário religioso da Alemanha. Muitas das tradições, imagens e melodias cultivadas ao redor do mundo têm sua origem nos países de língua germânica. Estrelas cintilantes decorando a árvore, um angélico bebê de cabelos claros, presentes embalados com esmero, canções entoadas por coros de igreja – na Alemanha, tudo isso faz parte das festividades em torno do nascimento de Jesus Cristo.

Entre 1933 e 1945, sob o Terceiro Reich, o Natal era exatamente tão popular quanto hoje. Só que a homenagem ao nascimento de um menino semita – ainda que celebrado como o Redentor cristão – era coisa difícil de conciliar com as máximas e metas dos nazistas no poder. Em consequência, os ideólogos de Adolf Hitler decidiram extirpar o simbolismo cristão da festa.

A escola Kamel de jornalismo

Por Luiz Carlos Azenha, do VioMundo

A rede Teleamazonas, do Equador, voltou ao ar depois de cumprir suspensão de 72 horas por divulgar notícia falsa. O canal, que faz oposição cerrada ao governo de Rafael Correa, noticiou que a pesca seria suspensa por seis meses na ilha de Puná, onde a empresa venezuelana PDVSA perfura um poço em busca de gás. O governo classificou a notícia de “mentirosa”.

Depois que a notícia foi divulgada, moradores da ilha ocuparam as instalações da PDVSA, que eram guardadas por militares equatorianos: “Imaginem se os fuzileiros navais tivessem respondido e disparado, quantos mortos teria havido?”, perguntou o presidente Rafael Correa. A suspensão foi determinada pela Superintendência de Telecomunicações obedecendo a leis vigentes no país, que garantem à cidadania acesso a informação veraz, “não baseada em suposições”.

HP ganha um presente de Natal inusitado

Por Davi Carvalho de Mello

A HP, gigante do ramo de computadores e tecnologia, foi presenteada nesse mês de dezembro com um vídeo gravado por um consumidor insatisfeito. O americano afro-descendente Desi Cryer, ao testar a nova câmera HP, possuidora de um sistema de reconhecimento de faces, reparou que o dispositivo não o identificou. Situação diferente ocorreu com sua amiga Wanda, que é branca, na qual a o aparelho acompanhou corretamente cada movimento da moça.

Desi, para expressar sua indignação e a falha da empresa, publicou um vídeo no Youtube dizendo que “os computadores HP são racistas”. O vídeo demonstra, com tom de ironia, toda a situação ocorrida.

Em resposta, a HP publicou em seu blog oficial o funcionamento do sistema.