A escola Kamel de jornalismo

Por Luiz Carlos Azenha, do VioMundo

A rede Teleamazonas, do Equador, voltou ao ar depois de cumprir suspensão de 72 horas por divulgar notícia falsa. O canal, que faz oposição cerrada ao governo de Rafael Correa, noticiou que a pesca seria suspensa por seis meses na ilha de Puná, onde a empresa venezuelana PDVSA perfura um poço em busca de gás. O governo classificou a notícia de “mentirosa”.

Depois que a notícia foi divulgada, moradores da ilha ocuparam as instalações da PDVSA, que eram guardadas por militares equatorianos: “Imaginem se os fuzileiros navais tivessem respondido e disparado, quantos mortos teria havido?”, perguntou o presidente Rafael Correa. A suspensão foi determinada pela Superintendência de Telecomunicações obedecendo a leis vigentes no país, que garantem à cidadania acesso a informação veraz, “não baseada em suposições”.

A escola Kamel (O Globo, G1) de jornalismo, com ajuda da Reuters, não informa o motivo da suspensão da Teleamazonas. Olha só como eles te subestimam, caro leitor:

(Clique nas imagens para ampliá-las)

Nota do comprimido: É simplesmente vergonhosa a liberdade que a mídia tem, no Brasil, para ludibriar a população. Em casos como esse fica claro o quanto a legislação brasileira, relativa à imprensa, tem que avançar para que a mídia exerça realmente um papel democrático em nossa sociedade.

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