A Europa direitista mostra as garras

direita

Na liberal Inglaterra, quase dois terços da população (64%, pesquisa da IPSOS-MORI,de novembro de 2007) querem leis muito mais duras para a imigração do que as existentes.

Esta idéia é compartilhada pela maioria dos países da Europa Ocidental. E vem sendo a principal bandeira dos partidos de direita europeus na conquista dos corações e mentes dos eleitores.

Na Itália, o premier Berlusconi contou com a aprovação de 58% da população (vide Angus Reid) ao propor medidas repressivas tão violentas que poderiam ser consideradas fascistas: tornar a imigração ilegal crime, passível de 18 meses de prisão; penas 1/3 maiores a imigrantes do que para italianos; condenar quem aluga residências a imigrantes ilegais a 4 anos de prisão, 50 mil euros de multa e confisco do imóvel.

Os dilemas da regulamentação do caos cibernético

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Uma pesquisa divulgada há pouco nos Estados Unidos apontou que 49% dos norte-americanos[1] defendem a regulamentação da internet pelo governo. A pesquisa foi feita num contexto de comoção pública provocado por um episódio envolvendo suicídio, assédio sexual e a comunidade virtual MySpace.

Aqui no Brasil, o tema regulamentação ronda a primeira página dos jornais com uma sintomática regularidade mostrando que a questão já é mais do que um mero item da agenda pública.

Sérgio Cabral e a mídia sabiam?

Na terça-feira, dia 3 de junho de 2008, o RJTV divulgou trechos de um vídeo que a Polícia Federal usa como prova de que o deputado estadual Álvaro Lins (PMDB-RJ) teria comprado votos na eleição de 2006, o que constitui crime eleitoral. Veja aqui a reportagem. Trata-se de um vídeo gravado no Tijuca Tênis Clube, em 2006, pela associação dos investigadores excedentes da Polícia Civil.


Na foto, (1) Sérgio Cabral (PMDB-RJ), (2) Francisco Dornelles (PP-RJ), (3) Álvaro Lins (PMDB-RJ) e (4) Marcelo Itagiba (PMDB-RJ). Unidos, foram eleitos

Ocorre que esse vídeo obtido pela Polícia Federal circula entre jornalistas desde o ano passado, e foi usado na representação do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) contra Álvaro Lins por quebra de decoro parlamentar. Na época, nem a Assembléia Legislativa e nem a imprensa deram muita importância e a denúncia foi engavetada.