As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) confirmaram neste domingo (25) a morte de Manuel Marulanda, um dos fundadores da guerrilha e seu líder máximo. “O grande líder se foi”, informaram as Farc em comunicado, destacando também que Alfonso Cano, considerado o atual dirigente ideológico da guerrilha, vai assumir o comando.
Marulanda foi vítima de um ataque do coração, no dia 26 de março, aos 77 anos. É a terceira grande perda seguida na cúpula das Farc — apenas em 2008, já morreram o número 2 da guerrilha, Raúl Reyes, em ataque colombiano em território equatoriano, e Iván Rios, assassinado por seu próprio segurança.
A informação da morte de Marulanda havia sido adiantada pelo governo colombiano. “Manuel Marulanda, principal líder das Farc, está morto”, informou no sábado um comunicado do governo colombiano, confirmando a informação dada pelo ministro de Defesa da Colômbia, Juan Manuel Santos, à revista Semana. Santos havia afirmado que as autoridades ainda estavam checando a informação, recebida de uma fonte que ”nunca falhou”. Marulanda teria completado 78 anos em 12 de maio.

Nesta entrevista com Carlos Alberto Reis, presidente em exercício do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, o Correio da Cidadania volta a dar espaço ao debate em torno da crise e dos rumos do setor energético brasileiro.
Para ele, a razão fundamental dos recentes apagões, especialmente no estado de São Paulo, é a falta de manutenção por parte das empresas responsáveis pela transmissão e distribuição de energia. Reis concorda com a afirmação da ministra Dilma Roussef de que o país não deverá passar por problemas no setor até 2010, mas somente no que se refere à geração de energia, pois se os órgãos reguladores do setor não pressionarem as empresas por uma melhora nos serviços citados, as chances de continuarmos vivenciando apagões seguirão grandes.
Confira abaixo a entrevista na íntegra: